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Resistência Apologética

Resposta ao católico Fernando Nascimento


Quebrando o encanto do Fernando Nascimento

Por Elisson Freire


Fernando Nascimento é um suposto apologista extremamente religioso responsável por páginas militantes como "Caia Farsa" e "Fim da Farsa" e outras genéricas de muita importância para leitores católicos iniciantes em discussões apologéticas e interessados em respostas sobre questões que vão desde a defesa da fé católica até ao ataque desmedido contra o que consideram como "mentiras protestantes" contra a "Santa, Unica, Católica e Verdadeira, Igreja de Roma".

Contudo seus sofismas retóricos não são tão eficientes quanto muitos imaginam. Mesmo que sejam aplicados na melhor das intenções de defender a "sua fé", os argumentos do Fernando Nascimento quando confrontados com uma robusta apologética teológica protestante, ruem, juntamente com suas expectativas de se promover utilizando de revisionistas, seletivas e falaciosas conclusões tendenciosas e favoritistas. Para além disso, A RESPOSTA PROTESTANTE não é a unica ameaça as objeções católicas, a pouca qualidade em suas argumentações também não os favorece muito. E o que lhes falta em qualidade, lhes sobra em serem desonestos. Exímios articulistas da apologética protestante como Lucas Banzoli sabem bem o que é isso e já vem lidando com o tal columba enxadrista há um bom tempo.

O púbere e pedante Fernando Nascimento por exemplo, costuma rechear suas publicações anedóticas direcionadas ao publico leigo do catolicismo com intrépidas técnicas de malabarismo textual e uma diarreia mental ginasiana tão insalubre contra o protestantismo que, não só um leigo católico mas também um ignorante qualquer se sentiria tão inflamado a ponto de, tendo suas emoções abaladas com tanta desinformação, se atirar ao desprestigio de ser apenas mais um tagarela palpiteiro a reproduzir mais ignorância ainda sobre aquilo que não sabe.

Obviamente essa característica do Fernando também é vista em muitos que não são católicos, mas isso ocorre em proporção ainda maior entre apologistas de quinta e blogueiros de fundo de quintal que se dizem "defensores da fé católica" que muitas vezes combatem ignorância com mais ignorância ainda. Na verdade competem entre si pra ver quem é mais pedante, sofista e desonesto em suas argumentações. Caso você tenha se deparado com sujeitos como o Rafael Rodrigues, Cris Macabeus, Paulo Leitão, Daniel Silveira e Edmilson Silva, já é o suficiente para entender o que hiperbolicamente estou referenciando aqui. Trata-se da extrema falta de honestidade de tais militantes católicos como o Fernando Nascimento.


Honestidade em se levantar fatos precisos e citá-los abertamente mesmo que isso comprometa sua posição religiosa, não ocultando a verdade doa a quem doer, evitando meias-verdades tendenciosas para que a informação possa por si mesma se sustentar com credibilidade sem deixar nenhuma dúvida, deve ser prioridade em qualquer discussão travada se é que você esteja mesmo buscando mostrar a verdade em sua argumentação. E agir contrariamente a isso manipulando a informação para que apenas a sua conclusão seja aceita, não importa quem você diga representar, isso não fará co que você deixe de ser um mero falacioso arrogante.

Nisso se resume o Fernando, falacioso e pedante. Uma columba enxadrista de fato.

Nunca cheguei a ter um confronto direto com o Fernando Nascimento, mas pude notar que suas supostas argumentações, tem seguido continuamente a linha da desonestidade intelectual com embustes falaciosos e apelativos, de caráter hipócrita e sem um pingo de credibilidade. O que só se sustenta devido as pinceladas e recortes descontextualizados da história, que se propagam virulentamente numa diarreia mental e que preguiçosamente por favoritismo religioso são aceitas como verdade pelos desesperados e não menos desonestos, outros tantos militantes católicos.

Suas postagens que segundo ele são refutações ao protestantismo e consequentemente a mim ou ao Lucas Banzoli, são na verdade argumentações unilaterais de ignorância seletiva e nauseantes tentativas de apenas impor as suas evidências para que apenas a sua própria conclusão seja aceita como verdade. Ele sempre ignora ou minimiza qualquer objeção dada contra o que ele diz sem ao menos apresentar qualquer tréplica relevante que seja diferente de sua própria argumentação original. Por vezes pensei estar lidando com um paralogista metido a apologista católico devido o fato de que qualquer estudante de história e até mesmo quem tenha um mínimo conhecimento sobre raciocínio indutivo, sabe que é muito importante considerar todas as provas, fatos e evidências disponíveis antes de chegar a uma conclusão sobre o que quer que seja. A menos é claro que estejamos lidando com questões jurídicas em um tribunal ou política, mas, quando se trata de história e no caso assuntos que envolvem a nossa história eclesiástica e questões teológico filosóficas, necessariamente até mesmo por obrigação que temos com a verdade, deve-se sim, ser honesto, imparcial, verdadeiro e acima de tudo humilde em reconhecer o erro, admiti-lo e portanto se retratar.

Mas pelo visto isso é coisa que não interessa a apologistas da estirpe do Fernando Nascimento que superestimam a significância da evidência que suporta o seu próprio argumento enquanto minimizam ou mesmo negligenciam a evidência que o enfraquece.

Assim como Thomas Woods, o Fernando Nascimento em suas defesas e dissertações apologéticas sempre irá por no pedestal aquilo que interessa promover o orgulho da Igreja, já enquanto o que não orgulha, é sempre ignorado. Ou ainda como Dave Armstrong com suas aplicações de to quoque, ambos querendo validar um suposto slippery slope favoritista romano. Mas, essas artimanhas sofistas podem até enganar os leigos romanistas ou até ignorantes evangélicos, porém como eu disse acima, diante de uma robusta, firme e bem fundamentada apologética protestante, todo o castelo de cartas montado cai de imediato e toda farsa elaborada estará impossibilitada de atrair mais expectadores desavisados.

Ora, ao cair o suposto bem armado castelo de cartas, resta ao Fernando Nascimento trocar de tabuleiro, e agora ele não é mais um empilhador de cartas, tornou-se uma columbinha enxadrista que não se limita mais em ignorar o que lhe é dito em xeque, ele ignora o xeque-mate, solta sua diarreia mental mais virulenta ainda, estufa o peito e então sai voando contando uma vantagem que não teve sequer quando aprendeu a ler e se depender de mim, NUNCA VAI TER.

Esse pombo enxadrista também conhecido como Fakinando Nascimento, é responsável por virulentas idiossincrasias textuais onde ele expõe sua alergia a evangélicos com as mais estupidas e hipócritas afirmações. Duas delas são bem veiculadas e usadas por militantes católicos, uma é que segundo ele, o nazismo nasceu do protestantismo sendo Lutero a inspiração de Hitler para o Holocausto Judeu, e a outra não menos falaciosa é que houve uma medonha, nefasta e sangrenta inquisição protestante que ceifou muito mais vidas que a benevolente e santa Inquisição Católica.

Quanto a questão do Holocausto Judeu e a suposta correlação feita pelo Fernando Nascimento entre Nazismo e Protestante, eu mesmo já fiz uma boa refutação neste artigo, O Holocausto Judeu.

Quanto a suposta Inquisição Protestante, elaborei uma boa resposta neste artigo "Inquisição Protestante?" publicado anteriormente no meu site Firme Fundamento e republicado recentemente aqui no blog: CONFIRA.

Alguns meses se passam e nosso falacioso bem humorado Fernando Nascimento, elabora a sua replica e a publica como: Refutando o protestante Elisson Freire sobre as acusações contra o Papa Pio XII e a Inquisição.

Como já previsto, tudo o que eu afirmei acima se comprova nessa replica do Fernando Nascimento que logo no título notamos um espantalho (Papa Pio XII? Onde você leu isso no meu artigo?) e no conteúdo do texto dele podemos ainda conferir uma série de aplicações falaciosas já na introdução como ad hominem, falácia genética, e muita hipocrisia, mas notem, o texto inteiro não passa de um amontoado de respostas dadas ao vento só pra dizer que disse alguma coisa.

As primeiras réplicas no artigo dele sequer levantam alguma refutação relevante aos meus dois textos que ele diz refutar, ele espantalhou o tempo todo, isolou e ignorou as partes que o comprometiam e selecionou aquilo que lhe parecesse mais favorável dar uma resposta. Passou por cima de evidências que antes mesmo de sua replica mal feita, já o refutavam. Praticamente o malabarista Fernando Nascimento sequer leu todo o texto e já me veio com ad nauseans já refutados anteriormente. Mas se ele não tem competência nem honestidade em sustentar o que afirma, não fiquem desaminados, eu tenho de sobra, e essa treta apologética ainda não acabou.

Passados apenas alguns dias que tive nota da patética replica do Fakinando, em Fevereiro de 2014, uma semana depois, publiquei minha resposta para quebrar o encanto do malabarista empoleirado.

No artigo "Quebrando o encanto do Fernando Nascimento", fiz questão de fortalecer cada argumento que usei anteriormente para refutá-lo, com novas evidências, e o dobro de argumentos para cada objeção dele.

Interessante é quando ele cita com orgulho Pio XII, mas omite os antissemitas papas Paulo IV conhecido como flagelo dos judeus, Pio V que com a bula Hebraeorum Gens(1569) expulsou comunidades judaicas inteiras de Roma, inclusive as que existiam bem antes da Igreja e Pio VI cujo Edito sobre os Judeus, levou-os diretamente aos batismos forçados.

Mais interessante ainda é ele citar o antissemitismo de Lutero e ignorar as dezenas de sínodos católicos que por toda a idade média inferiram aos judeus as mesmas leis antissemitas usadas pelo nazismo no século passado.

Tão interessante é a turma dele usar Paul Johnson (História do Cristianismo) como referência para dizer que TODOS os lideres protestantes apoiaram o holocausto, mas ao mesmo tempo omite o mesmo historiador católico (em História dos Judeus) quando este mostra com farta bibliografia provas do antissemitismo católico que ofereceu ao nazismo o contexto para o Holocausto.

E o que falar da Inquisição? Ora, arrotam que Lutero matou camponeses, mas não mencionam que até lideranças católicas aderiram ao pedido de Lutero para enfrentar a desordem que a revolta camponesa promovia. 

Amam citar a condenação de Serveto pelo Tribunal Protestante de Genebra, mas não citam que o mesmo Miguel de Serveto também fora condenado pelos tribunais católicos.

Falam das indevidas supostas chacinas promovida por colonizadores protestantes na America do Norte, mas passam longe do genocídio promovido pelo catolicismo contra povos nativos da America Central.

Citam as mortes de católicos na Inglaterra Protestante, mas não enfatizam que em 45 anos de governo da rainha inglesa protestante, pouco mais de 300 católicos revoltosos foram mortos enquanto que em apenas 3 anos do governo da católica rainha Bloody Mary, mais de 3 mil protestantes foram mortos por causas não criminais.

Ora, creio que até aqui, já basta para comprovar o que eu disse sobre os tais "apologistas" católicos, e repito, são pedantes e falaciosos púberes que mais preocupados com cisco no nosso olho, esquecem-se da enorme trave que lhes acomete a vista.


Portanto, não deixem de conferir os artigos citados. E caso se depararem com mais tortuosas lamurias propagadas por "atorlogistas católicos", não hesitem em me comunicar, terei o imenso prazer em os por no devido lugar que merecem, que é na frente do pc a ler boas e produtivas refutações contra suas objeções vergonhosas.

E por favor, alguém avise ao Fernando Nascimento que estou aguardando a resposta dele ao meu ultimo artigo e já tem UM ANO. 


Paz de Cristo a Todos.


Att: Elisson Freire

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