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Resistência Apologética

A diversidade protestante e a fábula da unidade católica




De fato, existem milhares de denominações protestantes espalhadas por todo o mundo assim como existem outras milhares de igrejas, paróquias, basílicas e outras mais tantas congregações católicas, ortodoxas e anglicanas. Contudo, os católicos romanos em diversos blogues, comunidades, sites e fóruns de discussão, usam sempre como válvula de escape uma ampliação por demais indevida quanto a estes dados. 


Chegam ao cúmulo de apontar uma suposta existência de milhares de denominações protestantes como argumento contra a validade do protestantismo, apontando números que passam dos 30 mil. Com isto, fazem uma tremenda confusão entre "placa" e confissão, não entendem a distinção entre divergência operacional e divergência doutrinária. 

Os católicos argumentam que a diversidade de denominações seria evidência de que não há unidade no protestantismo, e que por isso, o próprio principio de Sola Scriptura põe em dúvida a validade do protestantismo, pois segundo eles:


"Como que todas essas 20 mil denominações afirmam seguir a Bíblia mas todos chegam a conclusões diferentes? Como eu poderia saber qual delas ensina a verdade, se eles não conseguem concordar sobre o que a Bíblia diz?"

"Se há apenas uma Igreja, por que há mais de 30 mil denominações protestantes, em comparação com apenas uma Igreja Católica?"

"A Bíblia por si só pode ser perigosa. Na verdade, somente a Bíblia é perigosa. Olhe para o protestantismo: 100 mil interpretações diferentes da Bíblia, 100 mil contradições, 100 mil diferentes denominações que afirmam ter a verdade."

"Pedro disse que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Mas no protestantismo você vê mais de 30 mil denominações protestantes diferentes, e todos interpretam de forma diferente uns dos outros. Isso por si só, já é um indício de que o protestantismo não é a verdadeira Igreja de Jesus Cristo."

Então o argumento principal destas objeções é que, por haver "cerca de mais de 30 mil" denominações diferentes umas das outras, logo, o sola scriptura é inválido uma vez que resulta em tantas interpretações muito divergentes de várias partes das Escrituras.

Contudo inicialmente o que podemos perceber é que há uma deturpação leviana não só quanto ao número apontado mas também quanto ao que protestantes entendem como unidade e ao que seria de fato estas ditas denominações protestantes apontadas nesta contabilidade católica. Inicialmente é necessário observar que muitas destas denominações sequer tem qualquer vínculo histórico ou doutrinal com o protestantismo e por isso é de uma extrema desonestidade e arrogância polêmica querer misturar todos no mesmo movimento protestante iniciado no século 16.

Portanto o que é preciso refutar nestas alegações romanistas são 3 objeções que surgem no argumento deles. Primeiro... A existência de mais de 30 mil denominações protestantes. Segundo...a suposição de que o principio de sola scriptura se invalida pelo fato de existirem diversas denominações protestantes, e em terceiro... o padrão distorcido acerca da unidade que o argumento católico propõe.



  • Objeção 1. 20, 30 mil denominações protestantes.

A World Christian Encyclopedia, de David A. Barrett - publicada pela Oxford University Press, edição de 1982 é a referência usada como fonte pelos católicos, para supor tais números. Em sua primeira edição, David Barrett, cita um número de 20.780 denominações cristãs no mundo inteiro. No entanto ele não se refere a todas essas denominações como sendo protestantes. De acordo com a primeira edição de 1982, os protestantes representam 8.196 do total de denominações, isso há mais de 20 anos, enquanto os católicos romanos respondem por 223. Essa conta é feita de acordo com dados coletados a partir de meras diferenças operacionais. Já na segunda edição publicada em 2001 e feita pelo mesmo David Barrett juntamente com George Thomas Kurian e Todd M. Johnson, a World Christian Encyclopedia identifica 10.000 religiões no mundo e dentro do Cristianismo, ele conta 33.820 denominações.

Ora, o que vemos daí é que existem mais de 30 mil denominações cristãs no mundo inteiro, e não no Protestantismo. De acordo com a Enciclopédia Cristã Mundial de Barrett, o mundo cristão consiste em 6 grandes blocos eclesiástico-culturais, divididos em 300 grandes tradições, composto por mais de 33.000 denominações distintas em 238 países. Do numero de 33 mil denominações, Barrett calcula 9 mil denominações protestantes espalhadas no mundo inteiro em 2001. Ou seja, são 9 mil denominações entre todos os países que somam portanto cerca de um punhado de grupos que seriam mesmo protestantes. (Considerando os dados de Barrett que calcula cerca de 237 países).

O restante da soma, são de grupos independentes que chegam a 22 mil, ou seja, a maior parte por exemplo, são igrejas sem qualquer vínculo com nenhuma confissão protestante, católica ou ortodoxa mas que saíram destes, ou convergem a estes. A Enciclopédia ainda enumera, 242 denominações ligadas ao catolicismo romano e mais 781 aos ortodoxos, e anglicanos contando com 168. Ou seja, como a Igreja católica tem uma igreja em cada país, temos em todo o mundo... 234 igrejas católicas mais algumas ramificações ligadas a ela. Assim também com os ortodoxos e anglicanos que contam com suas representações em alguns países. Ou seja, o calculo de Barrett se baseia em representações gerais em cada país e em diversidades operacionais como no catolicismo...:


Também classificadas como independentes, temos as neo-pentecostais Universal, Mundial, Renascer, Igreja da Graça, Plenitude e até comunidades formadas por "pastores" ligados a seus fiéis, apenas por programa de rádio ou televisão.

O numero de denominações classificadas como "marginais" ou do "cristianismo de fronteira", são as chamadas SEITAS por não serem reconhecidas por nenhum dos 3 primeiros ramos da cristandade além do fato de negarem diversas doutrinas reconhecidamente cristãs. Essas ditas"seitas", chegam a 1600. São elas as Testemunhas de Jeová ou russelitas com 11 milhões de membros(dados de 1995), Mórmons com 8 milhões de membros(dados 1995), grupos da ciência cristã ou cultos da "ciência da mente", grupos Unitárianos, Universalistas( pregam que até o diabo será redimido e que não existe inferno), e há ainda pequenos grupos de gnósticos cristãos e outros contando com cerca de 1 milhão de seguidores.

Agora, quanto ao numero de 9 mil denominações protestantes o cálculo é feito com base na jurisdição nominal, pois Barrett define "denominações distintas", como qualquer grupo que possa ter uma ênfase um pouco diferente do outro grupo ao invés de diferentes crenças e práticas, no caso, a distinção é nominal ou de acordo com a ênfase que se dá a determinado tema, mas não confessional, pois ao se fazer a contagem de acordo com crenças, doutrina, e práticas, Barrett então passa a dividir o bloco protestante em não mais que 21 "tradições" que seria o que nós geralmente chamamos de "confissões". Os católicos romanos por exemplo, são contados na Enciclopédia com 223(ano 1986) a 242 (2001) denominações. Mas, ao se reduzir a contagem comparando as confissões, ordens, ritos e o fato da maioria destes ser submisso ao papa, o catolicismo romano então é subdividido apenas em 16 ditas "tradições" ou confissões, o que seriam no caso, divergências doutrinárias e operacionais.

Ou seja, fica então demonstrado que o alegado numero de 33 mil ou mais denominações protestantes, não passa de um péssimo exagero dos católicos que pra piorar, não checam as fontes de suas próprias alegações.

O interessante desta fonte como já observado, são os cálculos que ela faz acerca das mortes causadas por grupos cristãos, sendo o catolicismo romano responsável pela maior fatia, cerca de 5 milhões de mortes tomando como marco um período desde muito antes da inquisição (veja aqui). 

Objeção 2. O principio de sola scriptura se invalida pelo fato de existirem diversas denominações protestantes.

Isto é facilmente refutado pelo fato de que, além do numero citado ser exagerado, TODAS AS GENUÍNAS DENOMINAÇÕES PROTESTANTES tem as mesmas conclusões e convicções teológicas e fundamentos doutrinários derivados da SOLA SCRIPTURA que são as principais distintivas de um verdadeiro cristão.

Por exemplo, no grupo de tradições protestantes, podemos contar, Luteranos, Presbiterianos, Batistas, Adventistas, Assembleanos, Quadrangulares, Metodistas ou Wesleyanos, Congregacionalistas, e Pentecostais Tradicionais alem de outros. Mas, quanto as principais crenças que definem um cristão protestante, não há divergência alguma, ambos supra-citados concordam no que compete a:

  • Jesus ser Deus, Espírito Santo ser Deus , Trindade.
  • Autoridade das Escrituras, Suficiência de Cristo quanto a nossa salvação.
  • Juízo Final, Condenação, Vida Eterna.
  • Necessidade do Batismo, Igreja como organismo e não como organização.
  • Existência de Anjos e Demônios.
  • Arrebatamento.
  • Culto exclusivo a Deus.
  • Canon de 66 livros da Bíblia.
  • Pecado original.
  • Importância da Ceia ministrada aos membros.
  • Sacrifício de Cristo na Cruz em nosso resgate pra nos salvar, libertar, lavar, batizar, confirmar e nos levar pro céu.

Nesse contexto, até mesmo outras denominações incluídas no bloco de "independentes" como algumas igrejas neo-pentecostais, também estão incluídas. Estas são as convicções baseadas no sola scriptura que todo protestante confirma como sua fé, seja ele Batista, ou Presbiteriano, Pentecostal ou Metodista. O que é desonesto portanto querer empurrar adeptos do mormonismo, russelismo e gnosticismo como protestantes, pois estes não consideram o sola scriptura de fato e verdade. Na verdade sequer consideram os genuínos protestantes como cristãos, são exclusivistas tanto quanto a Igreja de Roma e assim como ela, fazem de sua organização seu verdadeiro guia infalível, e não as escrituras. 

Portanto, não há como incluir em uma lista de igrejas que mantêm e praticam o sola sciptura, as igrejas que acreditam em revelação contínua, ou igrejas que consideram a sua organização a ser o único verdadeiro guia no mundo e detentora da verdade, pois Sola Scriptura não apoia isto e esse foi o que deveras se combateu no inicio da reforma protestante. Para além disso, a maioria das divergências entre protestantes, tem haver com questões não essenciais a salvação.

As divergências protestantes se resumem em assuntos que embora sejam mais ou menos importantes, todavia não determinam a autenticidade da fé em Cristo. Como é o fato do cessacionismo, usos e costumes, credobatismo ou pedobatismo, dispensacionalismo, questões escatológicas, nuances soteriológicas como monergismo x sinergismo, organização eclesiástica e coisas deste tipo.


Objeção 3. O padrão distorcido acerca da unidade que o argumento católico propõe.

Os católicos argumentam que os protestantes são divididos e diversos. No entanto como observado acima, há unidade doutrinária substancial entre as diferentes denominações protestantes. Todos concordam com a inspiração divina das Sagradas Escrituras, a doutrina da Santíssima Trindade, a encarnação do Filho de Deus, o nascimento virginal Cristo, Sua morte expiatória e ressurreição corporal. Acreditamos na salvação pela graça mediante a fé em Cristo, enfatizando a necessidade de viver piedosamente e com amor fraternal. Todos também acreditamos na ressurreição, julgamento, céu e inferno. E além disso, há um genuíno senso de respeito e amor entre os protestantes, não importa qual seja o rótulo denominacional,  somos cristãos antes de sermos batistas, presbiterianos, metodistas, pentecostais, e assim por diante. 

Os distintivos das várias denominações protestantes, referem-se à questões teológicas como as doutrinas da graça, o governo da igreja, a administração dos sacramentos, os dons carismáticos, e escatologia (profecia). Não minimizamos a importância destas doutrinas, pois existem implicações práticas e espirituais significativas. No entanto, a crença ou não em um reino milenar terreno não exclui ninguém da igreja universal de Jesus Cristo. Crer ou não se Deus predestina ou não alguém pra ser salvo ou condenado ao inferno também não exclui ninguém da comunhão cristã. Aliás, estes mesmos pontos de vista foram predominantemente discutidos na igreja primitiva também.

Portanto como diz o presbiteriano Antônio Vitor Barreto....:

 "Todos os protestantes, desde os presbiterianos e batistas como eu mesmo, e calvinistas assim como os pentecostais clássicos, defendemos a autoridade máxima das Escrituras, a Salvação pela Fé, a Salvação pela Graça, a Salvação somente por Cristo. Também cremos na Trindade e no conhecido "Credo Apostólico". Nós cremos que existem apenas 2 sacramentos (ou "ordenanças", como chamam os batistas), enquanto a ICAR defende 7 sacramentos.
Além disso, ainda que muitos evangélicos não saibam, todos nós compartilhamos das resoluções de 2 dos primeiros grandes Concílios da igreja: somos Niceno-constantinopolitanos. Ou seja: subscrevemos a decisão do Primeiro Concílio de Nicéia e do Primeiro Concílio de Constantinopla. Eis a nossa unidade. Todos nós nos tratamos como irmãos, a despeito de divergências doutrinárias". 

Ainda assim católicos mantém e insistem que protestantes sejam desunidos por não serem submetidos a uma autoridade dita infalível e organizados em uma estrutura monolítica. Contudo a julgar o sistema pelo seu fruto, podemos perceber que a Igreja Romana não é mais unida na fé e no amor do que o resto da cristandade.


A Fábula da Unidade Católica

Existem facções, luta, inveja e discórdia entre os próprios católicos e isso há seculos, isso muito antes do protestantismo. Há rivalidade entre os diversos grupos, movimentos, associações e ordens dentro da própria Igreja Católica. O espectro vai desde as monjas do claustro e monges trapistas (que passam o tempo todo em silêncio), tem a Renovação Carismática, a Opus Dei, os Tradicionais, Liberais Católicos, Neo-catecúmenos, diversas ordens como Jesuítas, Franciscanos, Dominicanos, enfim, existem diferenças significativas entre os grupos católicos, especialmente entre as facções conservadoras e modernistas isso sem contar dezenas de placas todas se dizendo católicas mas divergindo em muita coisa.

Existem católicos que discordam entre si sobre questões como a suficiência material das Escrituras, a criação/evolução, os fenômenos carismáticos, se adoram o mesmo Deus como muçulmanos ou não, e assim por diante revelando uma enorme diversidade operacional e doutrinária que há no catolicismo. E na questão doutrinária, a coisa se complica mais ainda entre grupos como agostinianos, capuccinos, cartuxos, jesuítas, carmelitas, clarissas, franciscanos, dominicanos, beneditinos, oratorianos, celestes, cistercienses, mercedários, servitas, concepcionistas, premonstratenses, trapistas, visitandinas, crúzios, escolápios, somascos, teatinos. E ainda questões mais controversas como por exemplo, o fato de que anteriormente se ensinava dogmaticamente que a salvação é limitada aos católicos enquanto que o Concílio Vaticano II ensina que as pessoas em outras denominações cristãs e de outras religiões também podem ser salvos. 

O Concílio de Florença proclamou solenemente que :
" aqueles que não vivem dentro da Igreja Católica, não só pagãos, mas também judeus e hereges e cismáticos não podem se tornar participantes da vida eterna, mas irão partir para o fogo eterno, que foi preparado para o diabo e seus anjos "(Dezinger, página 230). 

Agora compare essa afirmação com o ensino da moderna Igreja Católica:

"Todo o homem que, na ignorância do Evangelho de Cristo e da sua Igreja, procura a verdade e faz a vontade de Deus conforme o conhecimento que dela tem, pode salvar-se."(( II Concílio do Vaticano, Const. past. Gaudium et spes. 22: AAS 58 (1966) 1043; cf. In.. Const. dogm. Lumen Gentium, 16: AAS 57 (1965) 20; In. Decr. Ad gentes, 7: AAS 58 (1966)).).

Evidentemente, vemos ai uma enorme contradição em uma igreja que diz ser sempre a mesma. Mas, se Roma estava certa em Florença, então está errada agora. Mas se a igreja romana moderna esta certa, então estava errada no passado. De qualquer forma, isso mostra que o magistério católico não é infalível, como se afirma, porque muitas vezes se contradiz. Além disso, nem toda declaração da Igreja Romana, é aceita pelos católicos, considere por exemplo a recente declaração do Papa Francisco:

“O Senhor redimiu a nós todos, a todos, pelo sangue de Cristo: todos nós, não apenas católicos. Todos! “Padre… os ateus também? Mesmo os ateus?” Todos!”

“Fomos criados filhos à semelhança de Deus e o sangue de Cristo redimiu a nós todos! E todos temos o dever de fazer o bem. E esse mandamento para todos fazermos bem, penso ser um belo caminho para a paz. Se nós, cada um fazendo a sua parte, fizermos o bem uns aos outros, se nos encontrarmos lá, fazendo o bem, então iremos gradualmente criando uma cultura de encontro. Devemos nos encontrar na prática do bem. “Mas eu sou ateu, padre. Eu não creio…” “Faça o bem e nos encontraremos lá.”

A carta do Papa Francisco pode ser vista aqui : (neste link)

Logo depois disso, o Vaticano corrige o Papa em resposta às matérias publicadas em sites e jornais. O Rev. Thomas Rosica, porta-voz do Vaticano, disse que pessoas que conhecem a Igreja Católica “não podem ser salvas” se “recusarem-se a entrar nela ou fazer parte dela”. ( visto aqui)

Católicos divergem e muito, até mesmo sobre as decisões do Vaticano II em relação a Judeus...


"Nós devemos expressar nosso completo desacordo com a De­claração do Vaticano II sobre os judeus... somos obrigados a rejeitá-la como insulto aos seguintes papas que decretaram Encíclicas, afirmações, e avisos contra os judeus: Honório III, Gregório IX, Inocêncio IV, Clemente IV, Gregório X, Nicolau III, Nicolau IV, João XXII, Urbano V, Martinho V, Eugênio IV, Calixto III, Paulo III, Júlio III, Paulo IV, Pio IV, Pio V, Gregório XIII, Sixto V, Clemente VIII, Paulo V, Urbano VIII, Alexandre VII, AlexandreVIII, Inocêncio XII, Clemente XI, Inocêncio XIII, Benedito XIII, Be­nedito XIV, Clemente XII, Clemente XIII, Pio VIII, Gregório XVI, Pio IX, Leão XIII, Pio X, Pio XI. O plano judeu contra nossa Santa Madre Igreja está chegando ao seu clímax pela sua penetração e influência entre o alto clero católico e dentro do Vaticano."
( St. Michael's News, A Publication of St. Michael's Legion, março de 1968, pp. 1-2).

Há hipocrisia até mesmo em relação ao trato com o Islã, católicos rejeitam e difamam até onde não se pode de todo modo, uma Bíblia Protestante ou sequer o diálogo. Enquanto isso, João Paulo II beija o Alcorão e afirma que mulçumaos e cristãos, servem a um mesmo Deus e ninguém fala nada.

De que existem disputas que se desenrolam há séculos no catolicismo, o Vitor Barreto ainda observa as que houveram entre:

  • Franciscanos radicais x Franciscanos conventuais: isso gerou uma guerra onde os franciscanos radicais foram mortos.
  • Franciscanos x Dominicanos: essa disputa se dava no campo filosófico. Os franciscanos tinham tendencias neoplatonicas e os dominicanos, tendências aristotélicas.
  • Franciscanos x Jesuítas: os jesuítas foram expulsos do Brasil.
  • Jesuítas x Jansenistas: os jansenistas foram sufocados pelos jesuítas.
  • Tomistas x molinistas: a problemática a respeito da predestinação.

E ainda há a moderna disputa entre tridentinos e carismáticos a respeito da liturgia. Sem contar que há pouco mais de um século na ocasião da promulgação do dogma da infalibilidade papal, houve outro cisma na Igreja Romana onde divergências resultaram na fundação da Igreja Católica Antiga.

Houve ainda outros movimentos que surgiram, duraram um certo tempo e depois foram descartados. Todos surgidos dentro do catolicismo como observou o Vitor ao lembrar dos quietistas e flagelantes. 

Os flagelantes eram um grupo de cerca de 300 pessoas que faziam procissões de cidade em cidade chicoteando a si mesmas em público em busca de méritos diante de Deus. Com o tempo, Roma proibiu e só passou a permitir a autoflagelação dentro dos conventos e monastérios. Cada uma dessas ordens ainda possui práticas devocionais específicas, práticas penitenciais específicas e práticas meditativas também, com opiniões diferentes em relação ao papel da pobreza, como é o caso das ordens mendicantes.
A história da igreja nos mostra muito mais que isso, como quando observamos que a Igreja Ortodoxa Oriental nunca aceitou as doutrinas de Agostinho, tendo preferido Orígenes e ainda manteve diversas outras desavenças com Roma quanto as cruzadas, a doutrina da trindade, imagens, jurisdição romana, sendo que ainda nem haviam se separado de Roma.
Portanto tudo isso revela que há muito tempo já existiam divisões internas no cristianismo.

É claro que os católicos não admitem que há divergências entre eles e sempre afirmam que são todos unidos na fé católica, porém, as diferenças entre eles são tão reais, e ainda maiores do que entre as denominações evangélicas.

Não faz muito tempo, logo depois das declarações do Papa Francisco sobre homossexuais e ateus, que o Olavo de Carvalho, católico tradicionalista, fez até uma breve menção acerca disso, e relacionou o fato, com uma certa profecia do século 19 de N.Senhora de La Sallett, que afirma:
"Roma perderá a fé, e se tornará a sede do Anticristo".

Profecia verdadeira ou não, o fato é que os católicos divergem até mesmo nisso, não faz muito tempo, e o Cris Macabeus, um militante católico e blogueiro apologista, afirmou poder me provar que a profecia é falsa, porém, o Olavo não pensa assim, nem ele, como também no mínimo uns 200 sites católicos que afirmam ser a profecia, verdadeira.

E por falar em Cris Macabeus, tenho outro exemplo sobre divergência católica. O blogueiro que também faz parte da equipe CaiaFarsa, jura e defende que o livro de Apocalipse foi escrito antes do ano 70dC. Acontece que, a Igeja Romana, não se manifesta sobre a datação do livro, a não ser que queira entrar em contradição, pois afirma que Santo Antipas, foi morto no reinado do Imperador Domiciano. E o que tem haver Santo Antipas com essa conversa?? Bom, tudo! Ora pois, Domiciano reinou por volta de 84 a 96dC.

Preciso dizer mais alguma coisa para demonstrar as contradições? Ok, pra não deixar dúvidas, vamos lá:

“Sei onde você vive, onde está o trono de Satanás. Contudo, você permanece fiel ao meu nome e não renunciou à sua fé em mim, nem mesmo quando Antipas, minha fiel testemunha, foi morto nessa cidade, onde Satanás habita” 
(Apocalipse 2:13) 

Vejam que essa declaração no livro de Apocalipse citando Antipas martirizado em Pérgamo, fornece uma das maiores evidências de que o livro foi escrito depois do ano 70dC. Agora vejam essa declaração da Igreja Romana:

“Santo Antipas, o Bispo de Pérgamo, martirizado sob imperador Domiciano” (New Advent)

Então por que a contradição? Ora, devido a heresia sobre a Assunção de Maria. Como assim? Explico.

Segundo a tradição, Maria morreu com cerca de 72 anos de idade. Ou seja, morreu cerca de 12 anos antes da destruição do templo de Jerusalém, e mais longe ainda da datação correta do livro de Apocalipse que seria por volta de 94 a 96 d.C. Portanto, os maiores esforços são feitos para sustentar a versão de que João escreveu o Apocalipse antes do ano 70, pois se ele escreveu depois. Então o capitulo 12 de sua carta das revelações, não pode estar se referindo a Maria por pura questão de lógica. Já que se trata das coisas que ainda irão acontecer.

Ainda nesse tema, as contradições se seguem principalmente quando se trata da fonte de tal relato sobre a Assunção de Maria. A fonte é um livro apócrifo, condenado pelo Decreto Gelasiano, porém, o mesmo Decreto Gelasiano, assinado se não me engano por 3 papas, é usado para sustentar que os apócrifos do VT, não são apócrifos. É cada contradição, uma mais cabeluda que a outra. Mas isso não invalida o catolicismo, afinal... eles podem ter isso não é mesmo??

Eu poderia citar muitas outras contradições entre os católicos, mas, vou citar apenas mais uma.

Devido serem muito previsíveis, sei que após lerem um artigo como este aqui, sobre as supostas 30 mil denominações protestantes, que na verdade não chegam a 30, e após serem confrontados com a verdade de que isso também é coisa do meio deles, aí, eles irão dizer que isso nada mais é que "diversidade dentro da unidade católica" e que todos estes grupos mesmo tendo opiniões e conceitos diferentes uns dos outros, são todos católicos e unidos sob a liderança do Papa.

Pois bem amigos, por isso mesmo, que afirmamos:

"Apesar da nossa diversidade, as muitas denominações evangélicas são todas cristãs e unidas sob a liderança de Cristo."

Então, ao invés dos católicos ficarem se preocupando com o cisco no nosso olho, acho bom tratarem da lasca de lenha encravada no olho deles. Afinal, hipocrisia, não é coisa de cristão. Pode ser coisa de fariseu, mas não de cristão. E por falar em fariseus, lembremos da época de quando Jesus esteve na palestina, Ele conviveu numa época onde havia diversos tipos de denominações entre os judeus: saduceus, fariseus, herodianos, zelotes, essênios. Porém, não existe NENHUMA, sequer UMA crítica a essa divisão por parte do Senhor Jesus em todos os Evangelhos. Nesse ponto, não importa se os nomes das placas são diferentes; importa se o Evangelho é pregado em sua forma mais pura. Em parte alguma, Cristo determinou que diferentes denominações seriam prova de inautenticidade, pois o que Ele prezava é que as diferentes denominações não tivessem ERROS DOUTRINÁRIOS para com as Escrituras, principalmente que não tivessem diferenças que viessem a corromper o fundamento... e esse é justamente o ponto onde a Igreja de Roma erra, preocupando-se somente com o nome da placa. Matam-se os mosquitos, mas dá-se passagem a diversos camelos.


Então, resumindo....

Quanto a diversidade protestante:


I - O argumento católico sobre as denominações protestantes ainda se baseia num tipo de objeção sustentada pela análise do numero de imóveis congregacionais. Ora, da mesma forma existem milhares de imóveis congregacionais do catolicismo romano espalhados por todo o mundo, todos com nomes diferentes. Numa mesma cidade podemos encontrar diversas igrejas católicas além da denominada Igreja Matriz. Os imóveis eclesiásticos do catolicismo romano diferem entre paróquias, mosteiros, basílicas e outros mais, todos com o nome diferente, acaso isso é significado de que existem milhares de denominações católicas diferentes umas das outras?  Um sinal de diversidade que invalide sua alegação de unidade?

II - É necessário observar que muitas das ditas "denominações protestantes" apontadas pelos romanistas sequer tem qualquer vínculo histórico ou doutrinal com o protestantismo e por isso é de uma extrema desonestidade e arrogância polêmica querer misturar todos no mesmo movimento protestante iniciado no século 16 e dizer que certas Igrejas são as genuínas herdeiras da reforma. Se tal alegação de generalização tiver validade, podemos então afirmar que igrejas como a ICAB (Igreja Católica Apostólica Brasileira), Veteros Católicos e outros grupos também invalidam a unidade católica romana, pois esses grupos se dizem católicos. 

III- Não há nenhuma fonte acadêmica que possa ser usada para sustentar a existência de 50 mil denominações protestantes, muito menos que mais de 1000 denominações divergem entre si doutrinariamente em questões fundamentais. Isso é um mero palpite católico romano, com a mesma validade que dizer que macumbeiros e kardecistas sejam católicos romanos por terem ambos as mesmas práticas como o uso de imagens e a crença no contato com pessoas desencarnadas. Na verdade a analise de 50 mil denominações sendo protestantes já refuta a ideia de divergência doutrinaria. Pois, como se chegou a evidência de que sejam todas protestantes? Não foi por analisar pontos em comum e ideias centrais que definem todas como protestantes? Sendo assim, como podem afirmar que todas são divergentes? Como podem afirmar que mesmo sendo divergentes, são protestantes, ou no caso, como podem afirmar que tal analise supostamente válida, seja evidência que corrobore  a alegação de desunião simplesmente por haver uma aparente diversidade?

IV- A World Christian Encyclopedia, de David A. Barrett - publicada pela Oxford University Press, em 1982 e 2001 calcula cerca de 33 mil denominações cristãs divididas nos seis blocos ou ramos da cristandade. Essa é a unica fonte acadêmica que calcula um numero de denominações no mundo todo, contudo, não afirma que tal numero seja apenas de protestantes. Essa contabilidade são de denominações católicas, ortodoxas, anglicanas, protestantes, grupos independentes neo-pentecostais e pentecostais. De acordo com a Enciclopédia Cristã Mundial de Barrett, o mundo cristão consiste em 6 grandes blocos eclesiástico-cultural, divididos em 300 grandes tradições, composto por mais de 33.000 denominações distintas em 238 países. Portanto, onde o católico foi buscar esse numero de 50 mil denominações protestantes? 

Se a conta for feita pelo numero de imóveis congregacionais, então podem aumentar o numero, pois só a Batista do Sul nos EUA tem mais de 40 mil, contudo como denominação confessional, conta-se como UMA DENOMINAÇÃO e não 40 mil. A WCE contabiliza cerca de no máximo, não mais que 30 confissões ou tradições, no caso ramos do protestantismo que constituem cerca de 9 mil denominações genuinamente protestantes em todo o mundo, excluindo dessa conta os anglicanos, e grupos neo-pentecostais independentes, e também seitas como Testemunhas de Jeová, Mórmons, e outros grupos sem qualquer vínculo com confissões ortodoxas da cristandade, que seriam aquelas que subscrevem as resoluções do cristianismo primitivo como as tomadas pelos concílios niceno-constantinopolitano.

Dentre as confissões, ou tradições, no caso, ramos do protestantismo, e em cada ramo suas representações operacionais distintas, no Brasil e no mundo temos: Luteranos, Presbiterianos, Congregacionais, Metodistas, Batistas, e o protestantismo de orientação pentecostal representado pelos assembleanos e quadrangulares e o denominado protestantismo restauracionista, representado pelos adventistas. Portanto, no máximo 8 grupos principais, ao menos no Brasil que ampliamos para no máximo 9 mil contando as representações a partir dessas confissões principais. 

Qual a divergência entre estas denominações? Questões operacionais apenas, assim como as igrejas no inicio da era cristã, nenhum conflito doutrinário fundamental com exceção dos Adventistas que infelizmente, eles mesmos se consideram como uma Igreja exclusiva, ou seja, são como as seitas Tjs e o próprio catolicismo romano, contudo eu os citei como protestantes pois assim eles são contabilizados nos dados da WCE. 

V- Quanto as principais crenças que definem um cristão protestante, não há divergência alguma. Todos os supra-citados concordam no que compete a:

  1. Divindade de Cristo, Jesus é Deus, mas não o Pai nem o Espirito Santo;
  2. Humanidade de Cristo, Jesus é 100% homem, nascido da virgem Maria;
  3. Personalidade e Divindade do Espírito Santo, o Espirito Santo é Deus, mas não é o Pai nem o Filho;
  4. O Pai é Deus, perfeitamente bom que em santo amor criou, sustenta e governa todas as coisas;
  5. Autoridade, Inspiração divina e suficiência das Escrituras;
  6. Suficiência de Cristo quanto a nossa salvação;
  7. Juízo Final, Condenação dos ímpios;
  8. Vida Eterna dos salvos e remidos em Cristo;
  9. Necessidade do Batismo;
  10. Igreja como organismo e não como organização, católica como corpo de Cristo composto por todos os cristãos, de todas as eras, lugares, raças, povos, e denominações que mantém a ortodoxia do evangelho e o depósito da doutrina apostólica como exposto no Novo Testamento.
  11. Existência de Anjos e Demônios;
  12. Arrebatamento;
  13. Culto exclusivo a Deus;
  14. Canon de 66 livros da Bíblia;
  15. Pecado original;
  16. Importância da Ceia ministrada aos membros;
  17. Sacrifício de Cristo na Cruz em nosso resgate pra nos salvar, libertar, lavar, batizar, confirmar e nos levar pro céu.

Essas são as doutrinas fundamentais que todo protestante professa. Onde os católicos foram buscar milhares de doutrinas? Estas acima são as convicções baseadas no sola scriptura que todo protestante confirma como sua fé, seja ele Batista, ou Presbiteriano, Pentecostal ou Metodista. 

Portanto é pura desonestidade querer empurrar adeptos do mormonismo, russelismo e gnosticismo como protestantes, pois estes não consideram o sola scriptura de fato e verdade. Na verdade sequer consideram os genuínos protestantes como cristãos, são exclusivistas tanto quanto a Igreja de Roma e assim como ela, fazem de sua organização seu verdadeiro guia infalível, e não as escrituras, assim como também negam e conflitam com diversos pontos fundamentais acima como a divindade de Cristo. 

Nisso é importante lembrar um documento primitivo muito importante sobre o que define uma igreja como cristã. Trata-se do Édito de Tessalônica do ano 381. Nele se diz oficialmente que : "de acordo com a disciplina apostólica e a doutrina evangélica, que há um Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, em igual Majestade e uma santa Trindade. Ordenamos que aqueles que seguem esta doutrina recebam o título de Cristãos Católicos, mas os outros, nós os julgamos serem loucos e delirantes e dignos da desgraça resultante do ensinamento herético, e as suas assembleias não são dignas de receber o nome de igrejas"[Dado na terceira calenda de março em Tessalônica, Graciano e Teodósio sendo cônsules].

Quanto a isso, as igrejas protestantes não tem o que discordar, assim como não discordam de nenhum dos 17 pontos citados acima. Para além disso, a maioria das divergências entre protestantes, estão relacionadas com questões não essenciais a salvação. Divergem entre coisas que embora sejam mais ou menos importantes, todavia não determinam a autenticidade da fé em Cristo. Como e é o fato do falar em linguás, usos e costumes, batismo infantil ou após certa idade, organização eclesiástica e coisas deste tipo que sempre, desde o inicio da igreja houve e jamais indicou desunião entre as igrejas. 

VIOs distintivos das várias denominações protestantes, referem-se à questões teológicas como as doutrinas da graça, o governo da igreja, a administração dos sacramentos, os dons carismáticos, e escatologia (profecia). Não minimizamos a importância destas doutrinas, pois existem implicações práticas e espirituais significativas. No entanto, a crença ou não em um reino milenar terreno não exclui ninguém da igreja universal de Jesus Cristo. Crer ou não se Deus predestina ou não alguém pra ser salvo ou condenado ao inferno também não exclui ninguém da comunhão cristã. Aliás, estes mesmos pontos de vista foram predominantemente discutidos na igreja primitiva também.

VII- Todos os protestantes, desde os presbiterianos, batistas e calvinistas assim como os pentecostais clássicos, defendemos a autoridade máxima das Escrituras, a Salvação pela Fé, a Salvação pela Graça, a Salvação somente por Cristo. Também cremos na Trindade e no conhecido "Credo Apostólico". Nós cremos que existem apenas 2 sacramentos (ou "ordenanças", como chamam os batistas), enquanto a ICAR defende 7 sacramentos.  Além disso, todos nós compartilhamos das resoluções de 2 dos primeiros grandes Concílios da igreja: somos Niceno-constantinopolitanos. Ou seja: subscrevemos a decisão do Primeiro Concílio de Nicéia e do Primeiro Concílio de Constantinopla. Eis a nossa unidade. Todos nós nos tratamos como irmãos, a despeito de divergências doutrinárias.

Portanto, repito, se ainda assim os católicos mantém e insistem que protestantes sejam desunidos por não serem submetidos a uma autoridade dita infalível e organizados em uma estrutura monolítica, então, a julgar o sistema pelo seu fruto, podemos perceber que a Igreja Romana não é mais unida na fé e no amor do que o resto da cristandade e sua unidade de fato não passa de uma fábula.


Quanto a suposta unidade católica:

I- A SUPOSTA UNIDADE DO CATOLICISMO ROMANO NÃO PASSA DE UMA ENGENHOSA E MAL FADADA FÁBULA, pessimamente propagada se tomarmos como critério a mesma analise que fazem do protestantismo. Embora todas as genuínas denominações protestantes mantenham comunhão entre si e confessem as mesmas doutrinas fundamentais, ainda assim, a falaciosidade dos romanistas nos acusa de divisão devido nossa diversidade denominacional e divergências operacionais. Tamanha falácia já foi refutada acima. 

Comprova-se isto, no simples fato de que existem diversas facções, lutas, inveja e discórdia entre os próprios católicos há séculos, isso muito antes do protestantismo. Há rivalidade entre os diversos grupos, movimentos, associações e ordens dentro da própria Igreja Católica. São dezenas de Igrejas Católicas, ordens e ritos operacionais divergentes uns dos outros. O espectro vai desde:

  1. Monjas do claustro e monges trapistas (que passam o tempo todo em silêncio);
  2. Renovação Carismática;
  3. Opus Dei;
  4. Tradicionais;
  5. Liberais Católicos:
  6. Neo-catecúmenos;
  7. Jesuitas;
  8. Franciscanos;
  9. Dominicanos;
  10. Agostinianos;
  11. Capuccinos;
  12. Cartuxos;
  13. Carmelitas;
  14. Clarissas;
  15. Beneditinos;
  16. Oratorianos;
  17. Celestes;
  18. Cistercienses;
  19. Mercedários;
  20. Servitas;
  21. Concepcionistas;
  22. Premonstratenses;
  23. Trapistas;
  24. Visitandinas;
  25. Crúzios;
  26. Escolápios;
  27. Somascos;
  28. Teatinos;

II- Além destas diferentes ordens acima, todas com significativas diversidades, há ainda diversas Igrejas que são católicas romanas, mas diferem em seus ritos umas das outras da mesma forma que na questão operacional, o protestantismo tem diversas igrejas que diferem umas das outras. 

Por exemplo, a Igreja Católica de Milão segue o rito ambrosiano, difere de todas as outras igrejas católicas em coisas como forma de realizar missa, Ano Litúrgico onde a Quaresma começa quatro dias depois da Romana, logo não tem a Quarta-feira de Cinzas e o Carnaval continua até o sábado. O Batismo também é realizado de forma diferente, não se usa a ablução mas a imersão da cabeça no Batismo de crianças. Ao todo são mais de 20 diferenças com o rito oficial da Igreja Romana que não é praticado pela Arquidiocese de Milão. que por sua vez, também da Arquidiocese de Braga em Portugal, que não segue nem o rito de Milão, nem o de Roma, e muito menos do da Igreja Católica de Lion, na França, que segue um rito celta desde o século IX. Estas por sua vez, diferem uma das outras em sua forma operacional, de mais outra Igreja Católica, a Arquidiocese de Toledo na Espanha, que segue o mesmo rito adotado por uma Igreja Anglicana da Espanha, a Igreja Espanhola Reformada Episcopal, trata-se do rito moçarabe. Estas por sua vez diferem no ocidente de Igrejas que seguem a ritualística dos Cartuxos, e do Rito Anglicano, praticado por Igrejas que antes eram Anglicanas principalmente nos EUA e que se submeteram a Igreja Romana.


Todas essas acima, são literalmente denominações do catolicismo romano, todas com diferenças operacionais, há ainda outras tantas diferentes destas no rito dito oriental, como tradição litúrgica alexandrina, antioquiana, maronita, siríaca, armênia, bizantina e caldeia São mais de 20:

  1. Igreja Católica Copta
  2. Igreja Católica Eritrea
  3. Igreja Católica Etíope
  4. Igreja Maronita
  5. Rito litúrgico siríaco
  6. Igreja Católica Siro-Malancar
  7. Igreja Católica Siríaca
  8. Tradição Litúrgica Arménia
  9. Igreja Católica Arménia
  10. Igreja Greco-Católica Ucraniana
  11. Igreja Católica Bizantina Bielorrussa
  12. Igreja Católica Bizantina Albanesa
  13. Igreja Católica Bizantina Eslovaca
  14. Igreja Católica Bizantina Húngara
  15. Igreja Católica Bizantina Rutena
  16. Igreja Greco-Católica Croata
  17. Igreja Greco-Católica Romena
  18. Igreja Greco-Católica Melquita
  19. Igreja Católica Bizantina Grega
  20. Igreja Católica Búlgara
  21. Igreja Católica Bizantina Russa
  22. Igreja Greco-Católica Macedónica
  23. Igreja Católica Ítalo-Albanesa
  24. Igreja Católica Caldeia
  25. Igreja Católica Siro-Malabar

Vejam que existem diferenças significativas entre os grupos católicos, igrejas católicas, ritos católicos, ordens católicas, especialmente entre as facções conservadoras e modernistas isso sem contar que essas dezenas de divisões católicas todas vem divergindo em muita coisa com diversas diferenças operacionais. Mas segundo os católicos, nós protestantes é que somos desunidos por termos essas mesmas divergências operacionais? Como podem ser tão lesados com uma objeção ridícula como esta que na verdade também implica em praticamente invalidar sua suposta unidade?

Portanto aquilo que nos apontam vem ocorrendo no mesmo nível entre eles, neste site católico ( aqui), uma catequista ainda nos mostra mais outras tantas divisões do catolicismo, no mesmo nível que no protestantismo no quesito divergência operacional. Então, é necessário que os católicos entendam que divergência operacional, jamais significa o mesmo que divisão doutrinaria, se assim for, mais uma vez repito que: A UNIDADE CATÓLICA ROMANA, não passa de uma fábula.


Conclusão apologética

Opiniões e diferenças operacionais, nem de longe são evidência de erro. Se assim for, o que se torna a unidade católica?? Ora, uma fábula. A Inquisição por exemplo era considerada divina a seu tempo e até hoje alguns defendem que existiu e foi necessária e que só matou os hereges cátaros, outros consideram que foi ignorância, e outros ainda que nunca houve uma, e outros fazem pior, se pudessem fariam outra em pleno século 21, como os "Cruzados Católicos"(da pagina no facebook).

As ordens de padres também, têm, cada uma, estilos de vida próprios e ensinos de santidade diferentes, como os franciscanos, os dominicanos, os adeptos da Tradição, Família e Propriedade (que negam a submissão ao papa), a Renovação Carismática (que para muitos padres ainda é mal vista e tratada como facção). E mesmo assim, tudo isso é chamado de unidade. A mentira não poderia ser maior.

Portanto católicos, a aparente unidade da Igreja Católica Romana que vocês alegam, é pura ilusão. A suposta união que há, é no que se refere a estrutura e organização, mas há divisões sérias em todos os níveis.

Quanto a nós protestantes, podemos não ser todos organizados em uma estrutura monolítica, e em um sistema dito infalível de interpretação, mas temos verdadeira união no que compete a VERDADE de que:

FORA DE CRISTO NÃO HÁ SALVAÇÃO.

E é também falso a afirmação de que cada igreja evangélica, se diz deter a verdade. Essa arrogância só há em seitas aberrantes como russelitas e mormons, ou no próprio catolicismo. E também é falsa a acusação de que temos milhares de interpretações divergentes e particulares. O pecado de ter interpretação particular, recái sobre a igreja romana, que se diz ser a única com autoridade para interpretar as escrituras, mesmo diante de tantas contradições doutrinárias.

Fiquem todos com Deus confortados na Paz de nosso Senhor Jesus Cristo.

Att, Elisson Feire.

Nota: Informações precisas sobre a quantidade de denominações cristãs no mundo podem ser encontradas, no Banco de dados do Centro de Estudos Globais para o Cristianismo, nesse link:

A fonte é precisa e confíavel, assim como a Enciclopédia Cristã Mundial.

22 comentários:

  1. Todas paróquias e Basílicas que existe em cada país católico,TODAS são obedientes ao Papa,essa é a unidade da igreja católica.Por ex,a cada domingo se lê na missa a liturgia do evangelho,cada domingo é um evangelho diferente,e quem manda é o Papa,não é o Pe que escolhe o evangelho por ele mesmo.E claro que existe os católicos conservadores e liberais,mas todos em união com o Papa.Agora existe as tais igrejas católicas BRASILEIRAS que não são obedientes ao Papa,essas são heréticas.O Protestantismo é desunido sim,porque algumas igrejas batizam crianças,outras não, algumas possuem imagens,outras não,a luterana toma a hóstia,a calvinista não,e sem contar os
    pastores que ficam atacando uns aos outros.Por exemplo,essas seitas judaizantes do youtube sairam tudo de igrejas evangélicas e elas estão desmascarando as mentiras do protestantismo.Pode ter certeza que todo reino dividido será destruído!

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    1. Dominicanos,franciscanos,beneditinos,salezianos,agostinianos,etc,etc, e as freiras são
      chamadas de ordens religiosas,mas todas tem ligação com o Papa.Mas hereges sempre
      vão surgir.E a doutrina Bíblica é a mesma.

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    2. A graça a paz e a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo seja conosco.

      Olá, em primeiro lugar vou ignorar o fato de você estar como anônimo, mas acho que se quisesse ter credibilidade daria a cara a tapa.
      Em segundo lugar gostaria de ressaltar o fato de ter dito com toda a certeza que "TODAS são obedientes ao Papa", bom, devo lhe dizer que deveria ficar com o pé atrás em falar nisso pois você não vai e não está em todas em segundo não deveria falar por ela dizendo que são obedientes ao Papa, mas será que não deveriam ser a Jesus?
      Em terceiro lugar, indo pela linha de raciocínio disso tudo que dizem de a igreja católica ser a única e etc... quer dizer que todos que não são irão para inferno né? Meu querido a Bíblia diz que todo aquele quer crer e for batizado será salvo, e mais que Jesus é o caminho a verdade e a vida.
      Vamos parar com essas briguinhas de achar que um melhor que o outro, o que importa mesmo é seguir o exemplo de Jesus, e fazer como muitos denominados santos fizeram e como nós também podemos fazer independente destes pois os mesmos era homens e a palavra diz que todo homem é pecador o único que não pecou foi Jesus. E sigamos o melhor conselho dado por Maria: façamos tudo o que ele nos disser. Amém?!

      Amém!

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  2. Olá Sou o Marcelo Fortes diácono da Igreja Síria Ortodoxa de Antioquia

    O Artigo tem erros crassos básicos, pelo fato do autor não entender de história da Liturgia, história do cristianismo e ritos litúrgicos e organização eclesiástica.

    Já conversei com o Elisson Freire numa discussão no Facebook e lá postei as diferenças entre ritos litúrgicos e agremiações de dioceses Sui Juris à igreja de Roma.

    O artigo tenta comparar as denominações anárquicas protestantes que nascem a cada década e mudam de teologia a cada semana com com ritos inclusive ritos e igrejas orientais não ligados a igreja de Roma.

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    1. Obrigado pelo seu comentário. Sou o autor do artigo e do site. Pra poupar seu tempo já que insiste em espantalhos, aqui está sua resposta: http://www.resistenciaapologetica.com/2015/11/a-fabula-da-unidade-catolica-e-a-diversidade-protestante.html

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  3. . Você não acha que em Mt 12,25 se faz uma severa crítica à Babel evangélica?

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    1. Diga isso a RCC e aos Tridentinos, e demais grupos tradicionalistas dentro de sua igreja romana

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    2. Como poderia? Nem mesmo a Igreja Romana existia á época...Esse é um erro clássico dos Cristãos..achar que tudo que está na Bíblia é indireta para os dias atuais!

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    3. Em primeiro lugar, o contexto é sobre demônios e a assertiva é uma opinião geral, não específica, servindo inclusive para os católicos. A discordância é uma coisa natural, é uma impossibilidade de que haja um ajuntamento onde haja duas pessoas que elas concordem em tudo. As discordâncias protestantes são em geral matérias periféricas, que em nada modificam os pontos principais, como a salvação, a fé, a graça, etc. E a sua crítica só reforça a importância da Sola Scriptura, pois isso é o que dirime essas diferenças de opinião.

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  4. Você concorda com o princípio de que “onde há contradição não existe a verdade, porque uma coisa não pode ser e deixar de ser ao mesmo tempo”? Se discorda, por que exigem coerência dos católicos? Se concorda, como crer, então, na Babel evangélica?

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    1. Quer mais contradição do que a tradição católica X biblia? E entre os ensinamentos dos papas do passado e dos atuais?

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    2. A regra de fé dos Cristãos é a Bíblia ou a verdade dos Papas? Pois os papas mudaram demais de ideias ao longo dos anos...a Bíblia em suma verdade ainda nao mudou ou foi mudada ne!

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    3. Claro que esse princípio é verdadeiro. Você insiste nesse termo rídiculo "babel evangélica"? O protestantismo mesmo tem uma coerência absurda de suas idéias. Vá atrás e se informe. Por exemplo, a maior discussão do nosso meio, calvinismo x arminianismo, são sobre coisas periféricas, que não mudam em nada os princípios fundamentais retirados da Bíblia. É claro que pela forma que você fala você está colocando o evangeliquismo brasileiro no mesmo patamar do protestantismo, mas esse movimento também está em desacordo com a Bíblia, assim como o catolicismo. Qualquer um que leia a Bíblia sabe disso, percebe isso. Esse site aqui tem uma listagem grande das contradições entre o catolicismo e a Bíblia. Por que você não tenta responder isso em vez de repetir como um papagaio "babel evangélica, babel evangélica"?

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  5. Suponhamos absurdamente que um dia a Igreja inventasse de agradar aos evangélicos (Mt 16,18; At 4,19). Pois bem, perguntamos: qual doutrina evangélica a Igreja deveria adotar? Se negasse a Trindade, agradaria às TJs, por exemplo, mas desagradaria aos que creem, como os batistas; se negasse o batismo às crianças, agradaria aos batistas, mas desagradaria aos metodistas, anglicanos e outros mais; se guardasse o sábado, agradaria aos adventistas e batistas do sétimo dia, mas desagradaria ao outro ramo que guarda o domingo, e assim sucessivamente. E aí, o que fazer?

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    1. Só não apago seu comentário imbecil para que fique registrado mais um estupido romanista fazendo objeções repetidas com ar de quem está contraditando alguma coisa aqui. Sugiro você deixar de ser babaca e ler a postagem, DUAS na verdade. Sua resposta está lá. Mostre que é HUMANO de verdade e não um disco arranhado.

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    2. TJ não segue a Bíblia, logo está fora. A trindade está na Bíblia, logo seria doutrina. O batismo infantil não é doutrina, é apenas um símbolo, uma cerimônia, que não tem muita relevância. Além disso não está explícito na Bíblia a sua adoção, logo não é obrigatório e nem proibitório. O sábado está descrito na Bíblia explicitamente, porém no sentido de se guardar um dia por semana, não o sábado em si. Isso é claro a partir dos ensinamentos de Jesus. Mas a solução é simples: quer guardar o sábado, guarde. Não quer, guarde outro dia. Leia a Bíblia e tome uma decisão. A resposta às suas objeções é simples. Estude a Bíblia. Mas estude mesmo, não apenas leia um texto e monte uma religião da sua cabeça. Busque saber o que é realmente doutrina, o que é certo e errado e o que é verdade. E tome a Bíblia como o padrão escrito deixado pelo próprio Deus, por meio de homens que realmente seguiam a sua vontade, para nós. É simples.

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  6. Por que os evangélicos defendem sua inerrância, assumindo a infalibilidade que negam aos católicos? Ora, se ninguém é infalível, como podem defender com unhas e dentes as suas doutrinas? Como podem garantir que suas interpretações da Bíblia estão absolutamente certas? A cada igreja que surge, novas “verdades” aparecem (ou reaparecem) e nenhuma larga o osso de suas convicções. Para as testemunhas de Jeová a terra será um paraíso, e não se fala mais nisso. Para os batistas não se pode batizar criança, e ninguém pode duvidar. Para os adventistas devemos guardar o sábado, e acabou-se o assunto. Para os metodistas deve-se batizar criança e pronto. Para a Universal do Reino de Deus o cristão tem prosperidade garantida e fim de papo. Por que essa certeza, se não são infalíveis?

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    1. Nenhum evangélico assume infalibilidade a ninguém. Quanto as doutrinas, NINGUEM TEM PODER DE AS TORNAR O QUE SÂO por sua propria autoridade. No mais, percebi que o romanista cara de pau, além de encher o saco no facebook, veio aqui perturbar com comentários pateticos já respondidos.. Sugiro você ler a postagem, DUAS na verdade. Sua resposta está lá. Mostre que é HUMANO de verdade e não um disco arranhado.

      POderia o católico me afirmar quem está certo? A RCC ou os demais católicos tradicionalistas? Quem está certo? os católicos que repudiam o VATICANO II ou os que aceitam sem pestanejar? Os católicos que aceitam o islamismo como uma religião de paz, ou os que não aceitam? quem está certo no emaranhado de opiniões e questões operacionais do catolicismo?

      Vc talvez irá dizer, ora, mas essas não são questões que dividem a autoridade papal no catolicismo.

      Ora, da mesma forma, meu caro imbecil romanista , tais questões que vc aponta, não no implicam em questões salvificas. Alías, uma minoria defende o batismo de crianças, a guarda do sabado, e menos ainda defendem a teologia da prosperidade.. MAS o idiota me vem citar isso como se fosse uma guerra entre nós?? Vc é maluco ou se faz?

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    2. Nenhum seguidor da Bíblia sensato e honesto admite a sua inerrância. Ele acredita na inerrância da palavra de Deus, a Bíblia. Esta é inerrante. A interpretação que alguém faz dela pode ser ou não errada. Para isso serve a comunhão, a discussão entre quem estudou as escrituras, a intimidade com o Espírito Santo, a resposta às críticas feitas, até por um católico teimoso e cego, a comparação com as outras religiões. Ou seja, tudo que um estudioso honesto deve fazer para entender a relação do Altíssimo Deus com o homem. Faça isso. Vai ser bom prá você. E tenho certeza de que acabará em uma igreja protestante.

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  7. Eu ainda sugiro ao Wilson, observar que suas palpitadas de moleque desatento, já foram respondidas nesta postagem e noutra aqui: http://www.resistenciaapologetica.com/2015/11/a-fabula-da-unidade-catolica-e-a-diversidade-protestante.html

    E aviso, terá seus próximos comentários deletados caso insista em apenas tagarelar o que no artigo já está abordado. Isso de sua parte revela que não está interessado em dialogo, nem mesmo na verdade, e sim além de não ler o artigo, veio testar nossa paciência. BOM. aqui não tenho paciência, mando-o pra onde se deve e vc que vc vá chorar longe daqui. Não suporto imbecis.

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  8. O VERDADEIRO SEGUIDOR DE CRISTO,NÃO PRECISA ESCOLHER IGREJA A OU B.BASTA SEGUIR O QUE ESTÁ NA BÍBLIA.A IGREJA DE ROMA PASSA MUITO LONGE DAS ESCRITURAS.COM CERTEZA ABSOLUTA,DIGO : ELA NÃO É A IGREJA DE CRISTO.QUANDO JESUS MANDOU TORTURAR E MATAR ATRAVÉS DE UM "SANTO" OFÍCIO ? QUANDO A IGREJA DE CRISTO SE ENVOLVEU COM O IMPÉRIO HUMANO? QUANDO JESUS MANDOU SE AJOELHAR E FALAR COM IMAGENS SEM VIDA,FEITAS DE PAU E BARRO ? QUANDO JESUS OBRIGOU SEUS MINISTROS A TEREM VIDA DE RECLUSÃO EM MONASTÉRIOS E SEM VIDA AFETIVA ATRAVÉS DO MATRIMÔNIO ? QUANDO JESU MANDOU USAR ROSÁRIO COM REZAS REPETITIVAS? QUANDO DEUS MANDOU CHAMAR UM MINISTRO RELIGIOSO DE PADRE OU PAPA? IGREJA MENTIROSA E DIABÓLICA É A IGREJA DE ROMA

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