O Alcorão refuta o argumento islâmico de que a Bíblia foi corrompida e adulterada

O islamismo reconhece Jesus Cristo como um grande profeta nascido da virgem (Sura 3.47; 21.91; etc.). Em suas páginas o Alcorão afirma que...

O islamismo reconhece Jesus Cristo como um grande profeta nascido da virgem (Sura 3.47; 21.91; etc.). Em suas páginas o Alcorão afirma que as escrituras judaico-cristãs são imutáveis e até superiores a ele mesmo.

Porém, este livro sagrado para os muçulmanos, é ambivalente com relação tanto ao Antigo quanto ao Novo Testamento, como quando em várias partes o apóia, e já em outras o contradiz, o que revela uma contradição no próprio Alcorão, confirmando assim o que tanto judeus como cristãos afirmam, que, o Alcorão não é inspirado por Deus e não passa de um livro composto pelo próprio Maomé e escrito por aqueles que o ouviram.

O argumento islâmico hoje para rejeitar a Bíblia e as doutrinas cristãs, é que houve تحریف "tahrif", ou seja, que tanto o Antigo quanto o Novo testamento foram alterados, corrompidos e que portanto o Alcorão é a unica fonte de revelação verdadeira permanente hoje da parte de Deus para a humanidade.

Mas, o que veremos aqui é, que o próprio Alcorão afirma que isso jamais aconteceu nem jamais seria capaz de acontecer, pois isso implicaria em uma própria contradição de Alá, que afirma que suas palavras tal como as do livro sagrado, A BÍBLIA, SÃO IMUTÁVEIS, INEXORÁVEIS, INCAPAZES DE ERRAR e de serem mudadas ou alteradas.

Afirmar que Bíblia foi corrompida e adulterada seria uma própria declaração de que Alá teria errado. Obviamente o islã não observou mais esta contradição deles, ou no caso, não atentam as próprias páginas do seu livro sagrado.

Vejamos algumas afirmações que o Alcorão faz acerca da Bíblia:
A Surata 05:47 diz:

Por que recorrem a ti por juiz, quando têm a Tora que encerra o Juízo de Deus?(...) Revelamos a Tora, que encerra Orientação e Luz, com a qual os profetas, submetidos a Deus, julgam os judeus, bem como os rabinos e os doutos, aos quais estavam recomendadas a observância e a custódia do Livro de Deus.(...) E depois deles (profetas), enviamos Jesus, filho de Maria, corroborando a Tora que o precedeu; e lhe concedemos o Evangelho, que encerra orientação e luz, corroborante do que foi revelado na Tora e exortação para os tementes.Que os adeptos do Evangelho julguem segundo o que Deus nele revelou, porque aqueles que não julgarem conforme o que Deus revelou serão depravados.(Surata 5:43-47)

"Porém, se estás em dúvida sobre o que te temos revelado, consulta aqueles que leram o Livro antes de ti. Sem dúvida que te chegou a verdade do teu Senhor; não sejas, pois, dos que estão em dúvida."(Surata 10:94)
"Cremos em Deus, no que nos tem sido revelado, no que foi revelado a Abraão, a Ismael, a Isaac, a Jacó e às tribos; no que foi concedido a Moisés e a Jesus e no que foi dado aos profetas por seu Senhor; não fazemos distinção alguma entre eles, e nos submetemos a Ele."(Surata 2:136)

"E não disputeis com os adeptos do Livro, senão da melhor forma, exceto com os iníquos, dentre eles. Dizei-lhes: Cremos no que nos foi revelado, assim como no que vos foi revelado antes; nosso Deus e o vosso são Um e a Ele nos submetemos."(Surata 29:46)

Ó adeptos do Livro, em nada vos fundamentareis, enquanto não observardes os ensinamentos da Tora, do Evangelho e do que foi revelado por vosso Senhor!(Surata 5:68)
Nada omitimos no Livro(Surata 6:38)
"Recita, pois, o que te foi revelado do Livro de teu Senhor, cujas palavras são imutáveis; nunca acharás amparo fora d’Ele."(Surata 10:27)



Na Sura 6:34, o Alcorão ainda afirma que a Bíblia como mensagem divina é inexorável:

Já outros mensageiros, anteriores a ti, foram desmentidos; porém, suportaram abnegadamente os vexames e os ultrajes, até que Nosso socorro lhes chegou. Nossas decisões são inexoráveis; e conheces a história dos Nossos mensageiros anteriores.


A etimologia do adjetivo inexorável vem do latim, e significa "Que não se corrompe diante de insistentes pedidos e/ou súplicas"; "Que se mantém rigorosamente irredutível"; "inflexível"; "Que não se pode refutar"; "inelutável".

O que estes e outros textos do Alcorão claramente nos mostram é que:

ولا مبدل لكلمات الله

"Ninguém pode mudar a palavra de Deus" 

Que esta palavra de Deus está definitivamente completa e encerrada na Bíblia podemos ver nos versos acima. Portanto, uma vez que temos muitos manuscritos mais antigos do que o próprio Alcorão, manuscritos estes, anteriores ao século 7 de quando surgiu o islamismo, e que, o próprio Alcorão confirma a Bíblia na época de Maomé, logo, temos a confirmação do próprio livro sagrado do islamismo, de que a Torá e o Evangelho jamais fora alterado e nada fora omitido, nada nos falta.


Noutra parte o Alcorão fala da superioridade da Bíblia afirmando que ela é a SABEDORIA e a PROFECIA, LUZ E ORIENTAÇÃO PARA OS HOMENS, DETALHADA, REVELAÇÃO VERDADEIRA, que ela é tanto INSPIRADA como também EMANA do próprio Deus,  e além disso, ela é imutável, ninguém a pode mudar.  Por outro lado, quanto ao Alcorão, a própria Surata 6, afirma que ele é apenas uma mensagem para a humanidade que viria a confirmar o que outrora já havia sido entregue.

Vejamos:

"São aqueles a quem concedemos o Livro, a sabedoria e a profecia. Mas se estes (seus descendentes) os rejeitassem, mesmo assim, confiá-los-íamos a outro povo que não fosse incrédulo.
São aqueles que Deus iluminou. Toma, pois, seu exemplo. Dize-lhes: Não vos exijo recompensa alguma, por isto. Ele (o Alcorão) não é mais do que uma mensagem para a humanidade.

Não aquilatam o Poder de Deus como devem, quando dizem: Deus nada revelou a homem algum! Dize: Quem, então, revelou o Livro, apresentado por Moisés – luz e orientação para os humanos – que copiais em pergaminhos, do qual mostrai algo e ocultais muito, e mediante o qual fostes instruídos de tudo quanto ignoráveis, vós e vossos antepassados? Dize-lhes, em seguida: Deus! E deixa-os, então, entregues às suas cismas.

Eis aqui o Livro bendito que temos revelado, confirmante dos anteriores, para que admoestes, com ele, a Mãe das Cidades(445) e todas as cidades circunvizinhas. Aqueles que crêem na outra vida crêem nele e observam as suas orações.

Haverá alguém mais iníquo do que quem forja mentiras acerca de Deus, ou do que quem diz: Sou inspirado!, quando nada lhe foi inspirado? E que diz: Eu posso revelar algo igual ao que Deus revelou!? Ah, se pudesses ver os iníquos na agonia da morte quando os anjos, com mãos estendidas, lhes disserem: Entregai-nos vossas almas! Hoje, ser-vos-á infligido do castigo afrontoso, por haverdes dito inverdades acerca de Deus e por vos haverdes ensoberbecido perante os Seus versículos.

Dize: Poderia eu anelar outros árbitro que não fosse Deus, quando foi Ele Quem vos revelou o Livro detalhado? Aqueles a quem revelamos o Livro sabem que ele é uma revelação verdadeira, que emana do teu Senhor. Não sejas, pois, dos que duvidam.
As promessas do teu Senhor já se têm cumprido fiel e justiceiramente, pois Suas promessas são imutáveis, porque ele é o Oniouvinte, o Sapientíssimo."(Sexta Surata)

Acima, note-se que a Surata 6:115 diz:

وتمت كلمت ربك صدقا وعدلا لا مبدل لكلماته وهو السميع العليم 

As promessas do teu Senhor já se têm cumprido fiel e justiceiramente, pois Suas promessas são imutáveis, porque ele é o Oniouvinte, o Sapientíssimo.

Aqui o texto árabe diz que:


Ninguém pode mudar suas palavras
لا تبديل لكلمات الله

A menção que Alcorão faz acerca da Bíblia em todos esses versos literalmente é que... NINGUÉM PODE MUDAR AS PALAVRAS DE Alá, e que estas palavras foram nos entregues sem nenhuma omissão e são completamente inspiradas por ALÁ, no caso o Deus judaico-cristão a quem o Alcorão afirma ser um e mesmo ser. Ambos servem e adoram ao mesmo Deus. Daí, mais a frente o Alcorão exorta:


واتل ما أوحي إليك من كتاب ربك لا مبدل لكلماته ولن تجد من دونه ملتحدا
"Recita, pois, o que te foi revelado do Livro de teu Senhor, cujas palavras são imutáveis; nunca acharás amparo fora d’Ele."
(Surata 18:27)


Tudo isto acima nos revela que o principal motivo dos muçulmanos rejeitarem a Bíblia e as doutrinas cristãs, é refutado pelo próprio livro sagrado deles, o ALCORÃO.

Além disto, o próprio Alcorão exorta para que os muçulmanos não entrem em conflitos com cristão e judeus, isso na Sura 29:46:

وَلَا تُجَادِلُوا أَهْلَ الْكِتَابِ إِلَّا بِالَّتِي هِيَ أَحْسَنُ إِلَّا الَّذِينَ ظَلَمُوا مِنْهُمْ ۖ وَقُولُوا آمَنَّا بِالَّذِي أُنزِلَ إِلَيْنَا وَأُنزِلَ إِلَيْكُمْ وَإِلَٰهُنَا وَإِلَٰهُكُمْ وَاحِدٌ وَنَحْنُ لَهُ مُسْلِمُونَ
walaa tujaadiluu ahla alkitaabi illaa biallatii hiya ahsanu illaa alladziina zhalamuu minhum waquuluu aamannaa bialladzii unzila ilaynaa waunzila ilaykum wa-ilaahunaa wa-ilaahukum waahidun wanahnu lahu muslimuuna
"E não disputeis com os adeptos do Livro, senão da melhor forma, exceto com os iníquos, dentre eles. Dizei-lhes: Cremos no que nos foi revelado, assim como no que vos foi revelado antes; nosso Deus e o vosso são Um e a Ele nos submetemos."

O mesmo na Sura 9:29

Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.


Portanto, não foram os cristãos que corromperam a Bíblia, muito menos os judeus, foram os próprios muçulmanos que por soberba, corromperam os ensinamentos do Alcorão para satisfazerem suas ansiedades por domínio e expansão. Quando o islã se deu conta disto, de que estava violando o Alcorão quanto as suas práticas jihadistas, agressivas e injustas, foi então que mais uma vez, contradizendo ao Alcorão, inventaram essa de que o texto das revelações anteriores foram corrompidas e que por isso eles não teriam mais que ter consideração alguma ao POVO DO LIVRO(judeus e cristãos) que no caso passaram a ser ímpios infiéis blasfemadores de Alá e que essas Escrituras judaicas e cristãs por terem sido pervertidas, foram então substituídas pela nova revelação divina registrada no Alcorão.

Contudo temos evidências do próprio Alcorão, mostrando que, na época de Maomé no século 7, os livros do VT e NT não foram corrompidos. Para além disso, a evidência arqueológica é surpreendente, pelo fato de que hoje a nossa Bíblia, tanto o Velho como o Novo Testamentos, é exatamente a mesma de quando foi escrita originalmente e que ela, não o Corão, é um registro confiável. Certamente não houve mudanças na Bíblia durante a vida de Maomé e assim, não se justifica a sua aprovação inicial da Bíblia e, mais tarde, a rejeição ou contradição dela.

Uma vez que temos todas as evidências provando que os livros do VT e NT que temos hoje, são derivados de manuscritos, cópias e codex já do segundo século, e que o NT fora escrito no primeiro, e que o Alcorão vem 600 anos mais tarde e ainda afirma que "ninguém pode mudar a palavra de Deus", que é imutável e inexorável, logo, o argumento muçulmano caí por terra por dois motivos bem relevantes...

Recapitulando o que vemos até aqui:

1- O Alcorão afirma já no século 7 que as escrituras judaico cristãs, são autenticas e imutáveis, sem erro, completas, são a Palavra de Deus e emanam dele.

2- O Alcorão mostra que Maomé desconheceu qualquer que seja o argumento de que a Bíblia fosse corrompida ou adulterada, e aliás, ele mesmo refuta tal pensamento.

3- Sendo que o próprio Alcorão e Maomé afirmam que a Bíblia é inexorável,  que ninguém pode muda-la, logo, dizer que ela foi adulterada, pervertida ou corrompida, seria o mesmo que dizer que Alá e seu profeta mentiram.

Portanto, o próprio Alcorão refuta o islã e sua ideia sobre a corrupção bíblica feita por cristãos e judeus.

Além disso, é um fato muito conhecido e até reconhecido por estudiosos islâmicos de que várias mudanças foram feitas no Alcorão enquanto que pouquíssimas foram feitas na Bíblia. Enquanto que as mudanças bíblicas se referem a tradução mas não alteram o sentido do texto, quanto ao Alcorão no entanto Ali Dashti explica que um dos seguidores de Mao­mé, Abdollah Sarh, fez muitas sugestões ao profeta sobre como melhorar o Corão refraseando, adicionando, ou tirando algo dele, sugestões que Maomé seguiu.

 Finalmente, no entanto, Sarh deixou o islamismo, quando acabou chegando à conclusão óbvia de que se o Alcorão fosse realmente de Deus, não precisaria melhorar a sua linguagem e seus conceitos e não poderia ser mudado. Quando Meca foi conquistada, Abdollah Sarh foi um dos primeiros a ser sentenciado à morte por Maomé, um destino que o Alcorão impõe a todos que deixam o islamismo. No caso de Sarh, porém, havia uma razão convincente para sua morte, ele era testemunha viva de que o Alcorão, não tem nada de divino, sequer uma gota de inspiração divina. E isto trataremos em outra postagem sobre as contradições do Alcorão e sua origem fictícia e manipulada.



Paz de Cristo a todos.

Que os muçulmanos observem a Sura que diz:

"São aqueles a quem concedemos o Livro, a sabedoria e a profecia. Mas se estes (seus descendentes) os rejeitassem, mesmo assim, confiá-los-íamos a outro povo que não fosse incrédulo.
Ou seja, ainda que os cristãos e judeus estivessem errados, e rejeitassem os escritos de outrora, todavia é a Bíblia que ainda assim o islã deveria observar caso fossem esse "outro povo" a quem o Livro fora confiado.

Att: Elisson Freire


Nota de referencia:

1 - Alcorão Árabe - Português consulte textos do alcorão bilíngue

2- Sobre o escriba Abdollah Sarh, apologistas muçulmanos contestam que ele tenha sugestionado a Maomé que fizesse alterações no Alcorão... (link aqui). No entanto as inúmeras contradições nos textos do Corão, mostram que o livro sagrado do islã tem sua origem duvidosa assim como sua reivindicação de ser inspirado. Para além disso, ainda que alguns apologistas islâmicos ainda questionem se isso ocorreu ou não, a Tafsir de  Al-Baidawi ( termo árabe para a prática da exegese do Alcorão) permanece com tal suposição.





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