Mais rápido se educa um asno do que um mentiroso - As mentiras do Fernando Nascimento baseadas em Leonel Franca contra Lutero

O arsenal de mentiras e calúnias contra Lutero tem sido refutado e esmagado ultimamente como nunca antes. Os mitos romanistas sobre Lutero vem a cada dia ruindo e aqui mesmo já tratei de expor e refutar cada uma das mentiras, calúnias e mitos. Tudo o que os mimados e desonestos católicos fazem em resposta é desesperadamente promover ataques pessoais e aumentar e repetir suas publicações tanto quanto se possa apenas para que suas mentiras talvez por alguns ignorantes, sejam tomadas como verdade.

Cada vez mais notamos que em referência também a Lutero, o conhecimento do Fernando Nascimento a respeito é de dar pena e nem merece crédito algum. Ainda assim muitos católicos e sites na internet reproduzem muitas de suas pinceladas duvidosas. Fosse um protestante que fizesse a mesma exposição dos papas a maneira do Fernando, rapidamente seria tomado como um completo idiota.

O Fernando assim como todos os rocambolescos malabaristas do catolicismo, em desespero para difamar Lutero, chega a misturar alemão e inglês ao traduzir Tischreden (Alemão) e Table Talk (Inglês) como Propôs de Table, onde naturalmente o correto seria "Conversas à Mesa". E a coisa piora, Ele faz referências de fontes secundárias que sequer conhece, mostrando que sequer leu a fonte primária, e desconhece totalmente a codificação e extensão das obras de Lutero, assim como o contexto e a mania hiperbólica de Lutero em escrever.

Querem mais? Ele ainda toma nota de citações pinceladas encontradas em artigos católicos que confundem correspondências de linguagem vulgar, com tratados teológicos. Toma citações irônicas e de deboches satíricos direcionado a outros, como se fossem afirmações do próprio Lutero sobre ele mesmo. E pra variar, acusa Lutero de coisas que nem mesmo os mais renomados biógrafos católicos de Lutero jamais endossaram, como o Thomas O'Meara.

Isso não é tudo. Ele cita fontes para incriminar Lutero e não nota que estas mesmas fontes sequer apoiam seu ponto de vista e ainda comprometem o catolicismo. Como no caso do Dennis Prager sobre o antissemitismo ou do Harthman Grisar em sua biografia sobre Lutero. Sua unica intenção mesmo é caluniar, sem prova alguma que seja mesmo relevante a não ser autores católicos que como ele, mantém a mesma tática aleivosa e desonesta.

O arsenal de mentiras e calúnias contra Lutero tem sido refutado e esmagado ultimamente como nunca antes. Os mitos romanistas sobre Lutero vem a cada dia ruindo e aqui mesmo já tratei de expor e refutar cada uma das mentiras, calúnias e mitos. Tudo o que os mimados e desonestos católicos fazem em resposta é desesperadamente promover ataques pessoais e aumentar e repetir suas publicações tanto quanto se possa apenas para que suas mentiras talvez por alguns ignorantes, sejam tomadas como verdade.

Não sobrando muito para ser usado contra Lutero, resta aos católicos usarem da faceta indigesta em afirmar que nós escondemos certas verdade sobre Lutero que conflitam com nossas convicções atuais. Alegam agora eles que Lutero era um extremo devoto de Maria e que isso se configura em algo que demonstra nossa traição ao reformador que na verdade além de ser um exímio venerador de Maria, santos e anjos, também jamais atacou ao papa. Daí vemos as piruetas a que os católicos recorrem. Depois de serem esmagados quanto a verdadeira mariologia de Lutero (aqui), retornam novamente as velhas acusações contra Lutero, todas desbotadas e aqui veremos mais algumas.

Com todo este cabedal risível do Fernando Nascimento que já foi refutado diversas vezes, e mencionado acima, sua nova mania agora é surtir insultos recheados com frases de efeitos enfeitadas por falácias que vão desde ataques pessoais e até mesmo a virulenta mania infantil em querer impugnar uma fonte sem a refutar, mas apenas lançando um apelo a falácia genética reforçada com sua própria ignorância seletiva e insistente ceticismo pessoal. Fosse um debate acadêmico, ou até mesmo um debate ao vivo convencional, nem seria preciso discutir com ele, em seu próprio tempo ele mesmo se refuta devido tanta imaturidade e retórica sofista, terminando o debate como um fracasso total. 

Alguns ainda não se aperceberam que tipos como o Fernando são apenas hienas que não largam a carcaça ainda que ela esteja arruinada em completo estado de putrefação. Ele irá defender seus artigos e matérias malacafentas a todo custo. E por isso não me importo se ele não se conforma em ser refutado e não procura evoluir em sua apologética evitando aquilo que compromete sua integridade intelectual. Continuo mantendo o foco em esmagar cada uma de suas alegações, quantas existirem e quantas mais ele inventar. Não se trata de rivalidade intelectual, mas defender a verdade, e auxiliar pessoas com informações que lhes sirvam a manter a posição em que estão sem se desaminar com as investidas de seus algozes contra a sua fé. Por isso que o nome deste site se chama RESISTÊNCIA APOLOGÉTICA. Aqui resistimos ataques de todo tipo, oferecendo respostas que se levantam como boas armas e muralhas contra aqueles que fazem investidas contra nossas convicções.

Você tem alguma ideia de como pode ser prejudicial a um novo convertido, ou até mesmo a alguém que está desanimado em sua fé, receber um bombardeio de alegações que põe em duvida sua condição de cristão protestante? Pense como é se deparar com afirmações caluniosas e que soam  e são passadas como algo que invalide sua fé. Pois bem, a este tipo de situação que nos colocamos a disposição de persistir resistindo até que a verdade prevaleça. Garanto a você que nenhuma das alegações usadas pelo catolicismo contra nós podem se sustentar ao se fazer uma análise dos fatos e evidências legais, de forma honesta e imparcial. 

Honestidade e imparcialidade intelectual são qualidades que o Fernando não tem. Me enfrentar em um debate ao vivo ele não quer, fugiu da ultima vez mesmo sendo notificado horas antes. Prefere apenas intimidar com frases de efeito e citações polemistas, alguns que ele julga ser inferiores. Recentemente ele fez isso contra um de nossos mais novos iniciantes na apologética.

O Fábio Christian ao se deparar com o acervo de mentiras do Fernando contra Lutero, se propôs a respondê-lo. Contudo devido a pouco conteúdo a respeito aqui no Brasil, não restam muitos sites para pesquisa como o meu e o Fábio recorreu ao trabalho do James Swan que está em inglês devido ser mais alguma nova velha objeção do Fernando que eu ainda não tive conhecimento. Em resposta ao Fábio a replica do Fernando é exatamente a que me referi acima, falácias, ataques, deboches, ignorância seletiva e também, novas acusações:



Bom, é mais fácil se educar um asno do que um mentiroso desonesto como o Fernando Nascimento. Tratarei de mais vez, esmagar o que este pernambucano católico disse. E em primeiro lugar, ele deveria saber que já se refuta com essa sua resposta com novas alegações contra Lutero. Em qualquer debate se sabe que apenas se levanta outras objeções, quando já se reconhece estar finalizado as outras anteriores. Mas o Fernando não faz uma replica ao Fábio sobre suas anteriores citações, ele apenas ignora a resposta que lhe foi dada, e traz outras tão falaciosas quanto as de antes.

Como sempre faço, primeiro exponho as objeções, as falas do Fernando marcando-as em VERMELHO, e depois a minha resposta se segue abaixo em texto norma.


1- É hilário ver um chupeta pescando de sites protestantes que tentam em vão reabilitar o cachaceiro Lutero com fantasiosos textos escritos em inglês que o chupeta sequer sabe traduzir e os deixa pior do que um bêbado falando.

Resposta:

Em primeiro lugar isso é falácia genética, portanto é uma resposta inválida sem valor alguma. Não importa se o Fábio "pesca", pesquisa em site protestante ou HINDU.... a obrigação do Fernando é em refutar o que se é dito seja de que fonte for e não dar uma de juiz universal do conhecimento e se negando a aceitar aquilo que lhe é respondido. Qualquer acadêmico sabe que apelo a falácia genética  como forma de evitar analisar a resposta onde ela o contradita, é uma declaração de fracasso no debate.

Em segundo lugar, tal alegação do Fernando em dizer que "É hilário ver um chupeta pescando de sites protestantes", se configura em algo que o compromete, pois o Fernando também "pesca" de sites católicos tudo quanto é porcaria para insinuar que Lutero seja um cachaceiro. Como resolvemos isto? Checando as fontes de cada alegação. Se for comprovado que a citação do Fernando inexiste ou está sem contexto, já está descartada a alegação de que Lutero tenha sido um cachaceiro. Não se alega algo para acusar alguém baseado em citações de seus próprios pares que você jamais analisou. O mínimo que se pode fazer é evitar usar aquela citação caso você mesmo não tenha comprovado a fonte usada por seus pares.

Em terceiro lugar, não precisamos reabilitar o cachaceiro Lutero pois ele só existe na mente alcoolizada e entorpecida de católicos como o Fernando Nascimento. E quanto ao Reformador Martinho Lutero, as supostas provas de seu alcoolismo, os católicos usam citações que na verdade em seu contexto, se referem a Lutero parodiando o que um bêbado diz em defesa de seu alcoolismo, ou então, de conselhos em cartas onde ele menciona o comportamento de um beberrão.

Em quarto lugar, o Fernando deveria se envergonhar de novamente usar esta cantilena sobre Lutero ser um cachaceiro. O Próprio Lutero atacava o vício da bebida e criticava os alemães pela bebedeira. Até mesmo todos os textos que o Fernando usa para afirmar isso, já foram analisados e refutados por mim (aqui neste link). O biografo W.H.T Dau por exemplo, sobre tais calúnias contra Lutero, nos informa que:

"Acreditamos que nem todos os católicos podem ser levados a acreditar nas insinuações de seus escritores[católicos] contra Lutero, quando todos os fatos do caso são apresentados a eles! "
[W.H.T Dau, Lutero examinado e reexaminado: uma revisão da crítica católica e um pedido de reavaliação (St Louis: Concordia Publishing House, 1917), 58].


E por ultimo, hilário é ver o Fernando repetindo lorotas já refutadas e por diversas vezes fazendo traduções erradas e insistindo nelas. E depois, criticando o Fábio por fazer uma má tradução tentando com isso reduzir toda a esmagadora refutação do Fábio, ao seu inexperiente modo de traduzir sites ingleses. Daí eu pergunto... cadê a resposta do Fernando que deveria ser dada a replica do Fábio?? Já sei, ano que vem ele posta, depois que o Fábio estiver mais evoluído e começar a bater mais forte no Fernando com respostas ainda melhores. Vou aguardar. 


2 - Ele leu e conhece o trecho verdadeiro onde Lutero detona a Babel que virou o protestantismo(...)

RESPOSTA:

De que texto o Fernando se refere e que o Fábio intentou refutar? Trata-se de outro texto duvidoso publicado pelos pimpolhos do Fernando Nascimento, os Cruzados Católicos. Nele se diz:
Há tantas seitas e opiniões como cabeças. Este nega o baptismo, aquele crê que há outro mundo entre nosso e no dia do juízo. Uns dizem que Jesus Cristo não é Deus; outros dizem o que lhes apetece. Não há rústico ou palerma que não considere inspiração do céu o que não é mais que sonho e alucinação sua.
[Martinho Lutero -  An Meine Kritiker]

O Fábio em resposta a isso provocou a ação sarcástica do Fernando Nascimento. Devo admitir que o Fábio não foi muito feliz e abrangente em sua resposta a esta citação embora tenha tido eficácia em outro ponto. Contra a postagem dos Cruzados Católicos, o Fábio focou em dar uma replica a menção dos católicos quanto a suposta referência da existência de sectarismo na Reforma, o que se configura no surgimento de "SEITAS" no protestantismo emergente. Temos um print da postagem dos católicos para mostrar um melhor contexto onde a resposta do Fábio se aplica. Vejamos:



O Fábio embora não tendo sucesso em contraditar a citação, todavia sem notar, e pra desespero do Fernando, teve a maestria de revelar que, ainda que Lutero esteja se referindo a seitas surgindo no seio da Reforma, contudo isso era algo também evidente no catolicismo romano.

Nesta linha de argumentação o Fábio faz referência a Luther's Works [Obras de Lutero] na página 221 do Volume 39 ou no caso, a codificação [LW 39: 221]. Com isso, o Fábio traz a referência da exposição que Lutero faz das seitas existentes também no catolicismo:

Não há outro lugar no mundo onde há tantas seitas, cismas e erros como na igreja papal. Para o papado, porque constrói a igreja sobre uma cidade e pessoa, tornou-se a cabeça e fonte de todas as seitas que se seguiram e que têm caracterizado a vida cristã em termos de comer e beber, roupas e sapatos, corte e cabelo, cidade e local, dia e hora. Para a espiritualidade e a santidade da igreja papal se vive por tais coisas, como foi dito acima. Esta ordem jejua neste momento, uma outra ordem faz jejuns em outro momento; este não come carne, o outro não come ovos; este se veste de preto, o outro branco; este é cartuxo, o outro beneditino; e assim eles continuam a criar inúmeras seitas e hábitos, enquanto a fé e a vida cristã autêntica caem aos pedaços. Tudo isso é o resultado da cegueira que deseja ver, ao invés de acreditar na igreja cristã e buscar a vida cristã devota não na fé, mas em obras, do qual São Paulo escreve tanto em Colossenses. Essas coisas têm invadido a igreja e a cegueira confirmou o governo do papa
Com isso o Fábio não refuta a citação em si como ele equivocadamente sugeriu, mas, detona os Cruzados Católicos que ignoram que há 500 anos, os reformadores denunciaram o papado como abrigando toda sorte de sectarismo no seio da igreja papal. Caso os coroinhas seguidores do Fernando não saibam, SECTARISMO é evidência explicita da existência de seitas.

Mas e quanto ao suposto trecho que o Fernando aponta sobre Lutero ter reconhecido que o protestantismo se tornaria uma babel confusa e sectária? O Fábio não respondeu, mas, não seja por falta de resposta dele que os católicos ficarão sem uma boa refutação. Aqui mesmo eu trato de responder sobre mais este engodo deles.


Lutero teria amargamente reconhecido o fracasso e o sectarismo da Reforma? Estaria ele admitindo que seus clamores acabaram causando divisões? Ele estava falando do surgimento de seitas após o rompimento com Roma?

Vemos acima que a fonte usada pelos 'cruzados católicos' não nos fornece algo mais preciso e concreto do que apenas lançar a citação referenciada como sendo de Martinho Lutero -  An Meine Kritiker, ou, "Aos meus críticos". Além de não mostrar nenhum contexto, apenas mostram fontes secundárias, que sequer transmitem uma pista exata.

Este site católico por exemplo aponta duas fontes para o mesmo texto (veja aqui). Além de "Aos meus críticos", aponta-se como estando em "De Wette III, 61. Dito em O'Hare, Los Hechos de Lutero, 208".

Este outro site católico (aqui) por sua vez cita o mesmo trabalho "An Meine Kritiker" mas, citado por Johannes Jorgensen, pág. 181.

Já este outro site católico (aqui) por sua vez, cita mais duas fontes diferentes para a mesma citação, aponta-se primeiro para "Grisar, Luther, IV, 386-407, B. Herder, St. Louis, 1917" e depois para "Martinho Lutero, John A. O'Brien, Ed. Vozes, 1959, p.32".

Poderíamos apontar inúmeras fontes secundárias para a mesma citação, e todas vindas de sites católicos. O Portal Exsurge, por exemplo, fragmenta o mesmo texto usado pelos outros, e fornece três fontes diferentes (aqui). Além das já citadas acima, ele traz outra referência como sendo de "Luthers Martin In. Weimar, XVIII, 547 ; De Wett III, 6l".

Analisando as fontes acima, encontramos de cara uma das fontes mais usadas por todos os sites que amam difamar Lutero, trata-se de Patrick O'Hare. Todas as supostas citações de Lutero usadas por inúmeros católicos são extraídas de sua obra "Os Fatos Sobre Lutero" que por sua vez traz frases repicadas, pinceladas fora do contexto para propagar o já conhecido preconceito e ojeriza contra protestantes. O mesmo é feito pelo padre Leonel Franca aqui no Brasil.

Checando as fontes católicas, podemos ver acima, Grisar em "Luther, IV, 386-407", O'Hare, que por sua vez cita a fonte como sendo de "De Wette III, 61". Ainda temos Johannes Jorgensen que cita  a fonte como sendo de "An Meine Kritiker". E há ainda outras fontes ditas primárias que citam outros citando como sendo de "Martinho Lutero em John A. O'Brien", ou ainda em "Weimar, XVIII, 547".

Note que os apologistas católicos na verdade em seus sites não citam a fonte primária, e sim uma secundária, terceirizada, essas que por sua vez, supostamente irão nos fornecer a possível referência. Raramente um site católico cita a fonte primária, e quando a cita, é em uma completa confusão e falta de honestidade quanto ao contexto.

Contudo de todas as fontes, o único que nos apresenta o contexto e a fonte correta é o historiador católico romano, Hartman Grisar em  Luther, IV, 386-407. Grisar nos dá uma data e um documento facilmente rastreável. O Ano é 1525 e o Documento na verdade é "Werke," Weim. ed., 18, p. 547 ; Erl. ed., 53, p. 342 " Briefwechsel," 5, p. 151. Note que as citações de apologistas católicos se limitam apenas a dizer no máximo "Weimar, XVIII, 547".

Pois bem, o Volume XVIII das Obras de Lutero Edição Weimar pagina 547, tratam-se de CARTAS, ou CORRESPONDÊNCIAS. Por isso o termo em Alemão "Briefwechsel". Grisar nos dá o numero da carta que é "5" e sua página "151" onde podemos checar a citação. Além disto, em sua obra, Grisar nos da citação em seu devido contexto:

"Em meio a emoção de sua luta contra os fanáticos, ele escreveu tão cedo quanto 1525 para os " Cristãos em Antuérpia". "O diabo aborrecido inicia a ira entre os ímpios arrotando em seguida muitas crenças e doutrinas selvagens e emaranhadas. Este homem não terá nada de batismo, aquele nega o sacramento, um terceiro aguarda um outro mundo entre este e o último dia, alguns ensinam que Cristo não é Deus, alguns dizem isto, outros dizem aquilo, e há tantas seitas e crenças como há cabeças; nenhum camponês é tão rude, como quando tem sonhos e fantasias que creem haver sido inspirados pelo Espirito Santo e ser um profeta" (De abril de 1525, "Werke", ed Weim, 18, ​​p 547;..... Erl ed, 53, p 342 "Briefwechsel", 5, p 151..)". 

O contexto acima trata-se de Lutero contra os líderes carismáticos dos camponeses como Nicholas Storke, Thomas Muncer e outros fanáticos que se diziam profetas.(Eu já tratei deste evento em uma resposta ao Fernando Nascimento).

Por isso que algumas fontes desta frase citam - An Meine Kritiker- "Aos meus críticos". O Ano de 1525 estava no auge de diversas revoluções, Lutero era contra a liderança e as motivações que haviam por traz destas revoltas. Alguns dos camponeses eram violentos, liderados por líderes carismáticos que quase mataram Lutero usando de motivações religiosas contra o estado.

Agora veremos o que realmente disse Lutero. Aqui: 


Nós acreditávamos, durante o reinado do papa, que os espíritos que fazem barulho e perturbação durante a noite, eram das almas dos homens, que após a morte, retornam e perambulam em expiação de seus pecados. Este erro, graças a Deus, foi descoberto pelo Evangelho, e é conhecido no momento, que não são as almas dos homens, mas nada mais do que aqueles demônios maliciosos que usaram para enganar os homens com respostas falsas. São eles que trouxeram tanta idolatria ao mundo.
O diabo vendo que este tipo de perturbação não podia durar, criou uma nova; e iniciou a ira em seus membros, quer dizer, no ímpio, por meio do qual ele faz o seu caminho em todo tipo de loucuras quiméricas e doutrinas extravagantes:Este não aceita o batismo, aquele nega a eficácia da ceia do Senhor, um terceiro aguarda um outro mundo entre este e o último julgamento. Alguns ensinam que Cristo não é Deus, outros ensinam isto e aqueles outras coisas, e há quase tantas seitas e crenças como há cabeças.
(...)
Quando o papa reinava não tínhamos esses problemas. O forte (o diabo) estava em paz em sua fortaleza; mas agora que um mais forte do que ele veio, e prevalece contra ele o expulsando, como diz o Evangelho, ele sai com tempestades e ruídos de fúria.
Queridos amigos, um desses espíritos do transtorno veio entre vocês em carne e osso; ele vos engana com as invenções de seu orgulho: cuidado com ele.

Em primeiro lugar, ele diz que todos os homens têm o Espírito Santo. Em segundo lugar, que o Espírito Santo não é nada mais do que a nossa razão e a nossa compreensão. Em terceiro lugar, que todos os homens têm fé. Em quarto lugar, que não existe inferno, que, pelo menos, só a carne será condenada. Em quinto lugar, que todas as almas irão desfrutar a vida eterna. Em sexto lugar, que a própria natureza nos ensina a fazer ao nosso próximo o que gostaríamos que ele fizesse para nós; é isto que ele chama de fé. Em sétimo lugar, que a lei não é violada pela concupiscência, contanto que não concorde com a prazer. Em oitavo lugar, que aquele que não tem o Espírito Santo, é também sem pecado, pois ele é destituído de razão.
Todas estas são proposições audaciosas, fantasias vãs; se excetuarmos o sétimo, os outros não são dignos de resposta. . . .
É suficiente para nós sabermos que Deus não quer nenhum pecado. Quanto ao seu sofrimento pelo pecado, não devemos abordar a questão. Não é o servo conhecedor dos segredos do seu mestre, simplesmente das ordens de seu mestre: muito menos se digne uma pobre criatura em tentar  examinar ou soar os mistérios e a majestade do Criador? . . .
"Aprender a lei de Deus, e conhecer sua alma a Jesus Cristo, é o suficiente para absorver a totalidade da vida.... AD 1525." (Luth. Werke, tom. Ii. P. 61, sqq.)

Portanto, aí está que Lutero não se refere a seitas protestantes, ou sectarismo na Reforma em tom de agonia e amargura e arrependimento. O Trecho usado pelos católicos, nem mesmo se trata de uma previsão futurista pelo uso das Escrituras. Na verdade, o trecho é contra aqueles que não usam as escrituras pois já se dizem completos com o Espirito Santo. 

Note que no texto Lutero se refere que antes não havia este problema quando o papado reinava pois a própria Igreja Papal já era a fortaleza onde o diabo reinava. Mas quando o Evangelho começou a ser propagado, então o diabo se manifestou em fúria contra a pregação do verdadeiro evangelho, e passou a promover tumulto na intenção de ofuscar a verdade das Escrituras. 

Então, 

1- Lutero está falando sobre o efeito devastador do diabo, que estava em paz em sua fortaleza papal, mas agora como o evangelho está sendo proclamado em voz alta, ele busca maneiras diferentes para manter os homens escravos no pecado e nas trevas. Uma delas, é  negar as escrituras e corromper o evangelho.

2- Ele se refere as lideranças dos camponeses carismáticos que praticavam todo tipo de vandalismo, negavam as escrituras, e corrompiam o evangelho em sua forma mais pura. 

3- Ele não não está a se referir ao protestantismo nem mesmo em sua época nem depois. Ele não diz isso em reconhecimento de sectarismo na Reforma, e sim da ação do diabo contra a Reforma.

4- Lutero não se refere a uma futura diversidade denominacional, e sim a uma clara e diabólica apostasia quanto aos princípios do Evangelho, afinal, tais pessoas sequer tinham ligação com a reforma. 

5- Para Lutero, não só tais grupos anabatistas (não todos) e camponeses eram sectários que eram usados pelo diabo. O próprio catolicismo era a própria fortaleza de Satanás, pois corrompia o evangelho, criando uma igreja ao molde de usos e costumes e sob a vontade de homens que mantinha uma unidade falsa cheia de facções. As pessoas saiam do catolicismo, completamente carregadas de péssimos costumes, o que não seria fácil portanto, fazer com que deixassem seus erros de repente. Daí surgiam diversos desvios em grupos que mesmo rompendo com Roma, ainda assim não se identificavam com os parâmetros dos reformadores. É a estes, junto com os papistas que Lutero repudia.

Lutero também disse algo interessante que reflete o contexto do texto:

Eu não leio os escolásticos com os olhos vendados, como eles fazem, mas reflito sobre eles. O apóstolo nos disse para provar todas as coisas, e reter aquilo que é bom. Eu não desprezo tudo deles, nem os considero bons em tudo. Mas estas criaturas geralmente acendem fogo além de uma faísca, e fazem de um elefante como uma pulga. Quando foi permitido a Tomás de Aquino se destacar contra o mundo inteiro, ou um Scotus, Gabriel, e outros para contradizê-los, e quando, mesmo entre os escolásticos, há tantas seitas como há cabeças, ou melhor, cada única cabeça diariamente acumula um novo sistema de divindade, por que eu deveria não ter a mesma liberdade? 
Mas quando Deus levanta Sua mão ninguém pode detê-lo, e quando Ele descansa ninguém pode despertá-lo.

O que Lutero argumenta é sobre a variedade de opiniões e sistemas teológicos no cristianismo. Homens como Aquino, Scotus e Biel, marcaram sua geração se destacando contra outros que de mesma valia se levantavam contra suas opiniões. Isso gerava tantas seitas quanto haviam cabeças pois cada cabeça diariamente trazia uma novidade. Então se aquele contexto jamais estragou a igreja, porque o contexto de Lutero estragaria? Por que ele não poderia ter a liberdade de tecer suas opiniões?? 

Bom, resumidamente, se os católicos romanos (e outros) querem usar esta citação de 1525 corretamente, eles deveriam pelo menos admitir que Lutero não estava lamentando pelo sola scriptura, nem pela reforma. Ele estava lamentando por radicais que estavam usando a Bíblia de forma incorreta, tais radicais sequer faziam parte da Reforma e de outros grupos legitimamente ligados a ela. E para Lutero, a ação destes radicais, era iniciada pelo diabo que tinha a Igreja Papal como sua fortaleza. Para Lutero, o SOLA SCRIPTURA ou a REFORMA não é responsável por divisão e sim por revelar realmente quem é cristão ou não. E os reformadores jamais intentaram promover uma pedra monolítica institucional eclesiástica, uma vez que o próprio catolicismo sendo assim, jamais conseguiu manter uma unidade em si mesmo. Essa é a correta conclusão que temos ao analisar os textos acima.

3- mas o que fez o chupeta? Correu pra pescar no malacafento site protestante algo nem que fosse fantasioso pra insultar a Igreja de onde ele sugou a bíblia, assim nominada por um santo católico.

RESPOSTA:

Vitimismo, falsa dicotomia, falácia genética e ad hominem é tudo o que podemos ver nesta patética objeção do Fernando. Para fugir de lidar com a resposta do Fábio, o Fernando apela a toda uma retórica virulenta sem qualquer validade, para depois mudar de assunto e continuar com suas distorções e ignorar a replica que recebe.

Em primeiro lugar é irrelevante se o Fábio "pesca" sua resposta em sites protestantes ou em qualquer que seja, a obrigação do Fernando é analisar o que lhe foi contraditado e responder a altura. É isso que fazemos quando um católico nos traz uma objeção que é pescada em sites católicos realmente malacafentos. Contudo, não ficamos com vitimismo dizendo que estamos sendo atacados, muito menos ficamos diminuindo o que eles nos trazem para ridiculamente evitar oferecer uma boa resposta válida.

Em segundo lugar, levantar e trazer depoimentos históricos factuais sobre uma realidade no seu devido contexto, só pode ser entendido como ataque e insulto, por quem é idiota e sentimentalista.

Em terceiro lugar ninguém "sugou" a bíblia da igreja romana pois esta nunca foi sua propriedade particular e sim herança do ministério apostólico e profético do Antigo e Novo Testamento para todo o povo de Deus que jamais foi exclusivamente uma instituição sediada em Roma ou subordinada a esta. Todos os reformadores e pré-reformistas tiveram acesso a textos tanto latinos quanto de outras avenças e origens que não apenas os disponíveis por Roma que também por sua vez, sequer tem em seu aporte e legado exclusivo A EXISTÊNCIA DOS TEXTOS SAGRADOS.

E por último, por nome Bíblia, seu primeiro uso na tradição cristã se deve por João Crisóstomo, que era padre grego e não romano. Não confunda Igreja Católica de sua época que sequer era exclusivamente romana, com a atual Igreja Católica Romana que arrola ser a unica detentora do monopólio cristão. Este era bispo de Constantinopla, a nova Roma, de igual primazia que a Igreja Romana diante da Igreja de sua época. Este por sua vez, sequer via o bispo romano como o que se tem visto os atuais. Ao ser exilado, Crisóstomo apela a três bispos do ocidente em igual modo, sem estimar o romano e inclusive reverenciando um dos bispos que sequer estava em comunhão com o de Roma. Por tanto mais uma vez, o Fernando além de muita falácia, ainda apela ao anacronismo barato e pueril, ignorando que o termo Bíblia, é o plural grego da palavra Biblion=livro. E nada mais natural do que chamá-la assim, já que ela é um conjunto de livros. Mas lembre-se que antes disso, ela era chamada de "Escritura", "Sagradas Escrituras", "Sagradas Letras" etc. Designações não faltavam.


4- O próprio Lutero nos legou o relato dessa prática desonesta, anos antes de lançar-se em revolta aberta, dizia: “(...) os hereges não são bem acolhidos se não pintam a Igreja como má, falsa e mentirosa. Só eles querem passar por bons: a Igreja há de figurar como ruim em tudo.” (Franca, Leonel, S.J. A Igreja, a reforma e a civilização, Ed. Agir, 1952, 6ª ed. Pág. 200).


RESPOSTA:

O Padre jesuíta Leonal Franca, grande difamador de Lutero, expõe em sua obra dezenas de frases pinceladas de seu contexto e desta vez, além de fazer uma citação polêmica em referência a Lutero, ele sequer faz referência a uma codificação exata da fonte que usa. Analisando sua obra (aqui) no rodapé ele atribui a frase como tendo duas referências, Primeiro ele cita Weimar, III, 45 e depois pede para se conferir no volume IV pagina 363 da mesma obra.

Ou seja, mais uma vez o Fernando cita uma fonte secundária de obras católicas que fazem a citação atribuída a Lutero. E se ele entendesse sobre referências bibliográficas acerca de Lutero, deveria já saber que apenas apontar a citação como sendo de Weimar III ou IV, sequer é provar alguma coisa.

As Edições Weimar das Obras de Luteros somam 4 divisões, A primeira divisão são os Sermões com cerca de 56 volumes, a segunda divisão são as famosas "Conversas à Mesa", com 6 volumes. A terceira divisão com cerca de 7 volumes, trata-se da "Bíblia de Lutero" e por último, a quarta divisão se trata de cartas e correspondências de Lutero, trocadas com amigos ou críticos e tem uns 12 volumes. Há ainda outra divisão conhecida como "Archiv zur Weimarer Ausgabe" com adições posteriores em volumes a parte codificada como (AWA) e ao todo, somam mais de 100 volumes.

Cada uma das partes ou divisões são codificadas para melhor exposição das citações e referências. Assim temos os "Escritos ou Sermões" com o código (WA), temos também as Cartas ou Correspondências com o código (WA Br, ou Briefe), temos os 6 volumes de Tabletalk (WA TR ou Tischreden) e mais os Volumes da Bíblia alemã como (WA DB). 

Pois bem, se o Fernando ou o Padre Leonel Franca fossem mesmo cientes da existência da citação por terem eles mesmos examinado o material de Lutero, eles deveriam apontar a referência exata sobre em qual das divisões se encontra a citação do suposto volume.

O que é Weimar III e IV? É a terceira e quarta divisão? Evidente não, pois ambas não chegam a 45 e 367 volumes respectivamente. Então Weimar III e IV se refere a volumes de uma das divisões da Obra. Mas qual?

Analisando a primeira divisão, Sermões, no Volume III, 45, temos isso (aqui). Lutero comenta sobre o Salmo 4, onde o mesmo fala sobre a mentira e calunias levantada por aqueles que nos perseguem. Em parte alguma ele fala que se deve levantar mentiras contra a Igreja, antes, ele prega a verdade contra a mentira. Conferindo a segunda sugestão dele em Weimar WA IV, 363 temos:

'Calúnia', com pleno conhecimento malicioso de [diferente] e estranha verdade, justiça, subversão e menosprezo pelo conselho. Sempre o herege calúnia a verdade Católica da fé e do evangelho(Fonte WA IV, 363)

Nem é preciso dizer mais nada sobre isso, o Fernando não conhece a fonte primária, sua fonte secundária pincelou a citação e a distorceu. Nem em remota distorção do latim mais desbotado e forçado teríamos a tradução do Padre Leonel Franca que sequer é original, plagiou a obra de Patrick O'Hara e depois vem dar de gostoso cometendo as mesmas falcatruas e na cara de pau mente descaradamente como seu seguidor abestado pernambucano, o Fernando Nascimento.

O Picareta do Fernando e sua tropa, com toda essa farsa, jogam a responsabilidade pra cima de nós quando na verdade são eles que deveriam mostrar ao menos o contexto da citação. A doença intelectual, ojeriza e o desprezo dele por protestantes são tomados como critério e juiz em suas postagens. Uma rápida pesquisa na internet e se descobre centenas de páginas usando todas as citações deste desonesto ignorante que nem pra checar as fontes é capaz.

O único contexto que este picareta ao menos acertou, é que tal frase de Lutero foi dita antes da Reforma, por volta de 1513 a 1516. E ele não se refere a proferir calúnias contra a Igreja, e sim ao fato de que os hereges, sempre ATACAM A VERDADE CATÓLICA DA FÉ E DO EVANGELHO.

Lutero resgatou e proclamou a supremacia da VERDADE DA FÉ CATÓLICA que é CRISTO e SEU EVANGELHO, repudiando mais tarde TUDO AQUILO QUE FOSSE CONTRARIO a ESTA VERDADE e prontamente ele iria descobrir quem eram os hereges da Igreja Papal.


Agora vejamos outra picaretagem do Fernando.

5 - Uma vez protestante, ensinava Lutero: "Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana)." (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).
RESPOSTA:

O Fernando deveria saber que tal dito por Lutero trata-se da questão envolvendo um dos príncipes da época, o Filipe de Hesse que gerou um escândalo de fato. Filipe jurando querer se divorciar após ter traído sua esposa, queria a aprovação de Lutero para um segundo casamento com uma certa criada. Lutero não deu impedimentos visto que Hesse o ameaçou de deixar a Reforma e voltar ao catolicismo, onde conseguiria aprovação do papa para seu desejo. Nesta de não dar impedimento e de certa forma autorizar o desejo de Filipe, mais tarde Lutero descobre que foi enganado e que Filipe de Hesse na verdade não se divorciou como também se casou novamente estando com duas esposas. O escândalo foi tal que Lutero tentou censurar que fosse vazada a notícia, ao que lhe disseram que não poderiam suprimir os boatos. Lutero então pede que detalhes não sejam revelados sobre o caso e que caso perguntassem, negassem, pois seria para o bem da Igreja Cristã evitar escândalos. É nesta feita que Lutero na verdade faz em tom de ironia a pergunta:" O que é que, se, para o bem e causa da igreja cristã, ter de contar uma boa mentira forte?".

Ao dizer isto ele foi advertido por Melanchthon, seu melhor amigo, que já estava doente com esta conversa desde o início dos boatos. Lutero então argumenta que não mentiria, apenas negaria que deu seu apoio e que não sabia de nada afinal, ele era o confessor de Hesse no momento e por ele foi enganado. Se os boatos vazaram, o problema não era dele.

Ou seja, mais uma vez o Fernando não apresenta uma fonte primária, mas um historiador católico que faz a citação ignorando a continuidade da controvérsia que se seguiu por uns 2 anos.

Então sobre esta citação, 1- Ela não é de um tratado teológico nem uma declaração dogmática, mas uma citação encontrada em uma de suas cartas pessoais 2- Lutero a proferiu diante de amigos e conselheiros que não concordaram com ele o advertindo sobre o escândalo; 3- Lutero então se negou a confirmar os boatos apenas para evitar mais escândalos e pediu para que fizessem o mesmo; 4 - Ele sempre pregou contra a mentira e a imoralidade, admitindo seu erro neste caso e 5- Quantos papas romanos que foram adúlteros, incestuosos e imorais tiveram a mesma atitude que Lutero?

Então, não defendendo Lutero, mas, em que os católicos tem moral para palpitar neste caso e distorcer o contexto como se Lutero apoiasse a mentira para encobrir a bigamia de alguém? O mais irônico é o fato de que que se Felipe de Hesse tivesse voltado ao catolicismo, apenas seria mais um caso de alguém da nobreza recebendo apoio do catolicismo em seus erros. Enquanto isso no catolicismo era a regra, no protestantismo foi uma exceção.

Portanto, como é inglória a tarefa deste tiririca pernambucano querendo incriminar Lutero de todas as formas por coisas ou que ele não cometeu, ou que no caso os papas faziam pior. A pedancia do Fernando é tanta, que ele se borra todo no fim de sua papagaiada com estes dois versos das teses de Lutero:
Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.” (tese nº 7)
Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado, pois – como disse – é uma declaração da remissão divina” (tese nº 38).

Com certeza este sujeito sequer lê o que posta de tanto se achar o entendido, mas ignora que tais teses foram publicadas por Lutero enquanto católico romano. Será preciso esfregar na cara do picareta Fernando as frases anti-papais de Lutero que ele mesmo publica em seus blogs editados em fundo de quintal??

Depois de ver mais esta exibição colossal da ignorância do Fernando, tenho certeza de que é mais fácil educar um burro, do que um mentiroso católico vir a se retratar de sua farsa. Ou isso do Fernando é ignorância ou é má fé por pura birra. 

Mas...

 Como diz o ditado, quem nasce em pernambuco já é jurado, ou é Cavalcante, ou é cavalgado.

O Fernando Nascimento com certeza nasceu e vai morrer cavalgado pela ignorância que lhe torna pior que um asno.



Att: Elisson Freire

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Resistência Apologética: Mais rápido se educa um asno do que um mentiroso - As mentiras do Fernando Nascimento baseadas em Leonel Franca contra Lutero
Mais rápido se educa um asno do que um mentiroso - As mentiras do Fernando Nascimento baseadas em Leonel Franca contra Lutero
O arsenal de mentiras e calúnias contra Lutero tem sido refutado e esmagado ultimamente como nunca antes. Os mitos romanistas sobre Lutero vem a cada dia ruindo e aqui mesmo já tratei de expor e refutar cada uma das mentiras, calúnias e mitos. Tudo o que os mimados e desonestos católicos fazem em resposta é desesperadamente promover ataques pessoais e aumentar e repetir suas publicações tanto quanto se possa apenas para que suas mentiras talvez por alguns ignorantes, sejam tomadas como verdade.
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