Adriano Formico e seu fracasso em corromper um historiador católico romano para empurrar uma falácia espantalho como refutação ao meu artigo.

Ao invés de se manter calado depois de respondido, quanto mais ele palpita, mais ele se complica. Sua estratégia manjada inclui se fazer de bom mosso e passivo enquanto provoca e irrita quem o contradita, e ele faz isto usando toda sorte de falácias, dentre as mais usadas podemos notar a falácia genética, o ceticismo pessoal, o juiz universal, ad hominem intelectus, e a falácia espantalho.

Como se não bastasse os manicômios terem instalado internet para seus internos chatólitos invadirem as redes sociais com toda sorte de ataques dementes e esquizofrênicas apelações sentimentais, desta vez, alguns católicos receberam atestado de liberação para agirem além das paredes do sanatório. Peço que não me julguem por ser grosso com tais palavras, pois, ultimamente, só assim para descrever o que vem ocorrendo com a militância católica.

Destas vez, não se trata do Hugo Paynes ( o fake demente neo-ateu que é católico), também não se trata do Raul Freitas (o velhote caluniador), muito menos o Sandro Rodrigues (o analfabeto funcional mentiroso), tão pouco o Edmilson Silva boca porca ou o Fernando Nascimento ( o fake pernambucano embusteiro), mas, Adriano Formico, o ignorante seletivo e falacioso persistente.

Ao invés de se manter calado depois de respondido, quanto mais ele palpita, mais ele se complica. Sua estratégia manjada inclui se fazer de bom mosso e passivo enquanto provoca e irrita quem o contradita, e ele faz isto usando toda sorte de falácias, dentre as mais usadas podemos notar a falácia genética, o ceticismo pessoal, o juiz universal,  ad hominem intelectus, e a falácia espantalho.

Já tivemos diversas discussões. Ele é aquele mesmo sujeito que me desafiou para um hangout no dia seguinte, foi notificado minutos antes da minha presença e ainda assim, não compareceu. Ele é o mesmo sujeito que tempos atrás vivia aparecendo corrigindo as lorotas de outro católico, o Claudio Campos. Ele é o mesmo católico que prefere discutir com moças na internet, pois são mais sentimentais e fáceis de ceder a seus xiliques de moralismo.

Este é o Adriano Formico:


Este é o mais passivo católico bom mosso moralista que você pode encontrar por aí:



Mas não se engane se pensa que ele apenas estava se defendendo de algum ataque. Não! Ele primeiro te irrita o bastante só para ter certeza que pode te provocar o suficiente, até que você acabe sendo grosseiro, então, se ele estiver sozinho ele apenas continua provocando com suas falácias, mas acompanhado de sua turma, acredite, ele se torna como a galinha que segue o pato, e morre afogada.

Por falar em galinha que segue pato. O Adriano seguiu a mesma trilha dos seus colegas. Decidiu me importunar. Longe de querer o destratar por isso, mas, vou explicar uma coisa.

No mundo dos blogs e sites que publicam fatos, conteúdos literários, históricos, apologéticos, e noticiários, tudo o que se publica, caso seja contraditado, tem de ser por algo bem fundamentado. Então. Se alguém ataca uma publicação, pretendendo a contraditar, questionando a credibilidade do autor da publicação, indagando sobre qualquer coisa relacionada ao trabalho publicado para o refutar, que faça isso ao menos com dignidade, honestidade e com boa argumentação que seja sustentável. Todavia quando não se segue as regras que sustentem uma suposta refutação, quando a objeção lançada contra a publicação se trata de apelos falaciosos e argumentação sem validade, insistir nelas se configura em um insulto contra quem é o autor da publicação.

É por isso que diversas vezes acabo por me exceder em respostas que dou contra artigos e contra alguns católicos, eles na maioria sorrateiramente levantam insultos, difamações e calúnias contra mim. Atacam a minha honestidade, minha dignidade, minha intelectualidade e moralidade em veicular informações que são publicadas aqui. Mas o pior, é que suas respostas sequer chegam a contraditar o que exponho aqui. Usam respostas ou alegações que são facilmente desacreditáveis com uma simples leitura e que na verdade sequer abordam o que realmente foi exposto por mim. O Fernando já fez isto, o Raul e o Sandro também, e agora o Adriano Formico me insulta com seus apelos e falácias.

Mas, como se não bastasse insultar a mim, ele descaradamente faz isto corrompendo, mutilando, dissimulando não só o que exponho mas também aquilo que as fontes que uso em algum artigo.

Contextualizando....

O Fernando Nascimento em um de seus artigos, cita o historiador Paul Johnson para fundamentar sua tese de que o Nazismo Nasceu do Protestantismo. Tal tese foi refutada por mim (aqui), e UM DOS fatores que o refutam, é que todas as suas fontes além de Paul Johnson, em nenhuma parte afirmam o que ele expõe. Ele usa fontes judias, católicas, protestantes, de todo tipo, ANALISEI TODAS, e além delas não mencionarem nem de longe a ideia que ele pinta, tais fontes ainda o contraditam, implicando o catolicismo no mesmo erro que ele aponta ao protestantismo.

No artigo onde respondo ao Fernando, eu exponho todo o contexto de suas citações, dentre elas, a obra de Paul Johnson que é um historiador católico. Mostrei que ele distorceu e ocultou informações da obra por puro favoritismo.

O que ocorreu é que o Raul Freitas me caluniou, acusando-me daquilo que na verdade fez o Fernando Nascimento. Contudo, prontamente o Raul Freitas foi refutado (aqui).

Mas em seguida, assim que eu publiquei minha refutação ao Raul, me surge o Adriano Formico com esta objeção:



Ele inicia sua objeção afirmado que o Johnson, é o "meu historiador", em seguida posta a citação do Paul em sua obra História do Cristianismo. Sua intenção é me ridicularizar, provocar, mas com um espantalho. Em seu comentário logo após a publicação ele diz:



A citação que ele traz nada tem a ver com meu artigo, e sequer é do mesmo tema. Mas percebam a malandragem do Adriano e do Claudio em afirmar que de acordo com isto:

1- O artigo (que fiz em resposta ao Fernando) é apenas poeira;
2- Esse tal de Paul não passa de um falso historiador;
3- O Paul é um rapaz palpiteiro;
4- Fotos de Hitler com protestantes provam que o NAZISMO NASCEU DO PROTESTANTISMO;
5- Paul "de acordo com tal citação", e por causa dela, PERDE TODA A SUA CREDIBILIDADE;
6- Cremos na Sola Scriptura quando convém.

Bom, uma coisa não tem nada a ver com a outra. O ponto 1 do Adriano, é uma falácia espantalho. O ponto 2 e 3, são falácias genéticas e ad hominem. O 4, 5 e 6, não passam de um puro non sense.

Qualquer pessoa que ler meu artigo (aqui), percebe o quão Adriano está longe de o ter refutado.

Só a existência destas falácias no que ele diz, já mostra o quanto ele gosta de ser ridiculamente imbecil.

Pra quem não sabe, a falácia espantalho é quando você INVENTA um argumento para rebater, ou CRIA UM ARGUMENTO, baseado no que é dissimulado a partir daquilo que você intenta contraditar e passa a rebater nele, como se fosse mesmo o que foi dito por quem você simula estar respondendo.

Falácia genética é quando o sujeito de cara, tenta invalidar uma informação por supostamente ela ser ou ter alguma origem que aparentemente não lhe favorece o seu ponto de vista.

Ad hominem é quando o sujeito tenta a todo custo ridicularizar, debochar a credibilidade de alguém, sem uma real base de fatos que sustentem tal atitude, ou no caso, quando se foca mais em ridicularizar alguém, ao invés daquilo que esse alguém disse.

Non sense, é quando um sujeito diz algo completamente sem sentido, ou no caso, quando a pessoa força um argumento, ou uma conclusão, que não tem qualquer validade quando os fatos e evidências que ela mesma apresenta, não apontam aquilo que ela afirma.

Mas, como o Adriano além de falacioso, tem problemas de percepção das coisas, eu então o respondi em pontos bem específicos, detalhes que uma simples observação já derrubaria sua objeção.

Em primeiro Lugar. Paul Johnson, não é MEU HISTORIADOR, e sim dos católicos... Isso mesmo, ELE é católico de tradição jesuíta... JURA que os imbecis não repararam nisto?

Em segundo lugar. Quem Usa o Paul Johnson como FONTE sempre, são os católicos, quando se trata de conveniência em dizer que o nazismo nasceu do protestantismo.

Em terceiro lugar. EU APENAS MOSTREI que o PAUL Johnson, tem conceitos bem CONTRÁRIOS ao de muitos católicos, ou seja, antes de APOIAR a militância católica, na verdade ele os refuta no que se refere ao TEMA que um certo apologista católico o usa como base.

Em quarto lugar. Para o azar do Adriano Formico, meu artigo ESMAGA uma coisa que ele não percebeu.. O NAZISMO NASCEU DE PROTESTANTISMO?? ORA COM BASE EM PAUL JOHNSON, como o FERNANDO ALEGOU?? Nem de LONGE... antes, Paul condena o catolicismo tanto quanto que o PROTESTANTISMO mostrando a atitude covarde e egoísta do VATICANO.

Em quinto lugar, PAUL é um renomado historiador, anticomunista, defensor da tradição católica e do papa. não é chagado em PROTESTANTES, e BEM CREDITÁVEL, segundo os próprios apologistas católicos.

Logo, a estratégia do Adriano em querer ridicularizar o Paul, achando que com isto, estaria refutando o meu artigo, não tem validade. Se tivesse, na verdade estaria refutando antes, ao Fernando e não a mim.

Mas percebam que o motivo do Adriano ter atacado o Paul, não é pelas suas declarações expostas em meu artigo, e sim por declarações que o Adriano raciocina como sendo algo herético para um cristão. Contudo, novamente repito. Tal declaração em nada afeta o que abordo sobre o tema tratado pelo Fernando Nascimento.

Ainda assim, vejamos o que diz o Paul no referido texto exposto pelo Adriano:

“No momento de seu julgamento e paixão, Jesus tinha conseguido unir uma coalizão improvável – na verdade, sem precedentes – contra si: as autoridades romanas, os saduceus, os fariseus, até Herodes Antipas. E, ao destruí-lo, essa combinação anti-natural parece ter agido com grande grau de aprovação popular. Que conclusões podemos tirar daí? A verdadeira execução foi consumada por romanos, sob a lei romana. A crucifixão era a mais degradante forma de pena capital, reservada aos rebeldes, escravos amotinados e outros inqualificáveis inimigos da sociedade; era também a mais prolongada e dolorosa, embora Jesus tenha escapado de seus horrores em sua totalidade graças a uma morte incomumente rápida. Pilatos, o procurador da Judéia, é apresentado nos evangelhos canônicos como um executor relutante, dando início a uma imaginativa tradição cristã primitiva que, mais tarde, iria transformá-lo em crente e até em santo. Essa ênfase caridosa, pode-se argumentar, foi introduzida após a ruptura final entre a antiga comunidade cristã e o sistema judaico estabelecido, a fim de impor aos judeus toda a responsabilidade moral pela morte de Jesus. Seguindo essa linha de raciocínio, estudiosos judeus e outros instaram que o julgamento perante o Sinédrio jamais ocorreu.
(...)
Pilatos não gostava de desordeiros, sobretudo os judeus. Pode ter achado que Jesus era um zelote. (...) Assumiu uma postura severa para com os judeus inconvenientes e, certamente, executou Jesus sem qualquer hesitação ou escrúpulo.”

(“História do Cristianismo”, Paul Johnson, Editora Imago, 2001, pp. 42-43)


O que Paul Johnson diz neste texto:

1- Houve uma coalizão improvável para julgar a Cristo;
 Autoridades Romanas, Fariseus, Saduceus e Herodes, todos queriam a morte de Cristo

2- Esta coalizão não teve reprovação popular ao se unir para condenar Jesus Cristo;


Que conclusão o Paul nos dá sobre isto?

1- A verdadeira execução foi consumada por romanos, sob a lei romana.

Os romanos tinham a culpa legal pela morte de Jesus.

2- Os judeus tiveram a culpa moral pela morte de Jesus.

Quais detalhes o Paul Johnson nos dá:

1- A crucifixão era a mais degradante forma de pena capital, reservada aos rebeldes, escravos amotinados e outros inqualificáveis inimigos da sociedade; era também a mais prolongada e dolorosa.

2- Os horrores ainda piores da crucificação, não foram totalmente impostos a Jesus.

Jesus não teve seus ossos quebrados, Jesus não ficou pendurado para ser devorado por aves carniceiras, Jesus não foi molestado na cruz, como muitos criminosos eram até que viessem a morrer. Pelo contrário, antes mesmo de chegar a cruz, Jesus já vinha sendo torturado e surrado a tal ponto que poucas horas depois de crucificado, ele morre incomumente, ou seja, sua morte foi terrível, espantosa, fora dos padrões.

3-  Pilatos, o procurador da Judéia, é apresentado nos evangelhos canônicos como um executor relutante.

Basta ler os evangelhos e se tem uma imagem de Pilatos, de quase um santo inocente que cria em Jesus e não queria condená-lo, e isso foi até imaginado pelos cristãos.

4- Os judeus, após a ruptura com os cristãos, passaram a negar sua culpa pela crucificação.

Seguindo essa linha de raciocínio, estudiosos judeus e outros instaram que o julgamento perante o Sinédrio jamais ocorreu. O texto completo citado por Johnson, diz que os judeus alegaram que Jesus era um tumultuador, e por isso ele foi condenado pelos romanos e não pelos judeus. Pilatos não gostava de desordeiros, sobretudo os judeus. Pode ter achado que Jesus era um zelote. (...) Assumiu uma postura severa para com os judeus inconvenientes e, certamente, executou Jesus sem qualquer hesitação ou escrúpulo.”


Bom, estas mesmas observações eu fiz questão de abordar ao Adriano, mostrando como o julgamento dele contra o Paul e contra meu artigo, foi insolente e falacioso. Mas ainda assim, ele insistiu dizendo que:

1-

Aí acima ele mostra como é desatento, ou imbecil. Ele rebate confirmando o que eu disse. Jesus não teve suas pernas quebradas, ELE MORREU ANTES, e depois de morto, teve seu lado perfurado para que fosse confirmado que estava morto. Logo, ele não foi nem lesado em seus ossos, muito menos foi molestado quando pendurado, nem mesmo devorado por aves de rapina que infestavam a região a procura de comida.

Mas como o Adriano é lento em entender, ele solta mais esta pérola:

Ou seja, o infeliz nada refuta, tem sua argumentação exposta como falaciosa e inválida, e o que tem a dizer depois é que eu estou desesperado. Veja como este imbecil se julga o JUIZ UNIVERSAL. Uma boa lida no que este retardado expõe, e se nota a alucinação dele em achar que eu sou algum parente dele. 

Veja ele criando mais um espantalho no desespero:

Onde este asno romanista leu que eu tenha dito isto? Alguém leve este animal de volta para o sanatório. Percebe-se que basta refutar um doente mental romanista, que ele logo parte para as provocações a nos irritar.


Em seguida, o imbecil ainda afirma que o que eu digo, são apenas minhas teorias, e que não adianta eu querer as empurrar na sua goela abaixo. Ou seja, não importa o quanto eu diga a verdade e mostre a verdade, ainda assim ele prefere se enganar e me caluniar só porque eu sou um protestante. Ele faz isto, nem que tenha que corromper um historiador que é católico romano. 

Ele ainda afirma isto aqui:


Na verdade o imbecil se consultou com o Fernando Nascimento que afirma a mesma coisa, vejam:



Mas depois de meia hora, que eu pedi a fonte de tal informação, o Adriano me traz isto, deste site :(http://www.institutoliberal.org.br/biblioteca/galeria-de-autores/paul-johnson/)

O site diz que o Paul sempre foi católico, e como jesuíta, se vinculou ao socialismo fabiano, UMA ESPECIE DE CAPITALISMO SOCIALISTA. Mas depois abandou esta ideologia política, se convertendo ao conservadorismo onde passou a atacar o socialismo em todas as suas faces. O mesmo site que o Adriano traz, desmente o Fernando e ele mesmo. Não menciona nada de conversão ao catolicismo ou algum atrito com a igreja por questões comunistas. 

O resto da nossa discussão continua com ele se negando a se retratar e sempre dirigindo mais palpites contra a integridade do Paul Johnson baseado no que ele erradamente entendeu do que mal leu.

O motivo do Adriano apelar tanto assim, é que primeiro afirmou isto:


Antes de toda esta discussão que inicia esta matéria, ele afirmou isto acima. Mas depois pensou bem, e decidiu armar toda essa novela católica, só para agradar o Fernando Nascimento e continuar insistindo na tese fracassada e refutada do tiririca pernambucano. Mas ele só fez isto pra contradizer a si mesmo, e achar que ninguém ia perceber. Mas vejam o que ele diz agora:


Daí se vê que mais um picareta se auto refuta, pois mal sabe do que fala e se mostra tendencioso assim como os outros que ousam me atacar, mas apenas me aparecem com favoritismos pessoais pois não podem deixar a fracassada apologética católica deles ser desmascarada. Então, repetem a mentira quantas vezes puderem, para o maior numero possível de pessoas, que irão reproduzir suas insanidades sem sequer terem o trabalho de questionar a lógica e a veracidade de tais afirmações.


E por falar em lógica. Torno a repetir. Se o Paul Johnson é um historiador católico, citado pelo Fernando Nascimento, é de tradição jesuíta assim como o atual papa, ora, ele ser herege segundo afirma o Adriano, e dizer coisas que contraditam a apologética católica tupiniquim, é coisa que compromete a quem?? A mim que bato palmas a isto??? Será que nem para analisar o próprio argumento eles católicos prestam? 


Por falar em atual papa. Vejamos o que se diz dele? Ora, ele também é de tradição jesuíta como o Paul, mas ao contrario do que o Adriano diz, é o papa que vem sendo acusado de ser um comunista, um socialista, travestido de católico. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Agora vá lá discutir com o Olavo de Carvalho que ainda além de insinuar isto, ainda o chama de anticristo.

Sem mais... Paz de Cristo a todos! 

Att: Elisson Freire

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Resistência Apologética: Adriano Formico e seu fracasso em corromper um historiador católico romano para empurrar uma falácia espantalho como refutação ao meu artigo.
Adriano Formico e seu fracasso em corromper um historiador católico romano para empurrar uma falácia espantalho como refutação ao meu artigo.
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