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Resistência Apologética

Sobre o caso Kauê Varela e a conversão de protestantes ao catolicismo



Como já dito e muito bem exposto em artigo anterior, essas "Histórias" de conversão sejam elas do protestantismo ao catolicismo ou, do catolicismo ao protestantismo, não tem qualquer validade apologética pela simples razão de serem baseadas em experiências subjetivas, além de se configurarem no máximo como uma falácia de evidência anedótica. Alías, não me lembro do Kauê figurar de forma experimental na apologética, e sim clássica, então, ele deveria saber que o fato de usarem seu caso de conversão ao catolicismo como proselitismo, seria muito bem criticado por outros apologistas.

Quanto a estas conversões sempre mencionadas, elas servem apenas como motivação pessoal e particular do ouvinte ou leitor, mas se forem usadas como ferramenta apologética para validar a nova cosmovisão religiosa de um converso, então neste caso, apenas mostra a incompetência intelectual de quem se arma deste artifício. O Kauê como atuante em apologética fundamental filosófica, deveria também se lembrar disto, principalmente quando isto, é usado por ele mesmo e por outros apologistas, em resposta a mesma falácia aplicada por neo-ateus que amam citar suas experiências de conversão intelectual do cristianismo ao ateísmo, como se alguma prova fosse para validar o ateísmo em detrimento do teísmo cristão.

Por ironia e providência, há exatamente um mês, eu publiquei um artigo para tratar deste tema sobre a conversão de protestantes ao catolicismo e o inverso tão ignorado pela apologética católica (veja aqui). Poucos dias depois me aparece em diversas redes sociais, centenas de católicos em alvoroço pelo anuncio de um recém converso ao catolicismo. Até um padre resolveu fazer prosélitos sobre a conversão do Kauê Varela (veja aqui).

No meu artigo anterior sobre este tema, eu abordo o fato de que tornou-se uma ferramenta apologética por parte católica apontar testemunhos de ex-protestantes que hoje estão nas fileiras católicas, porém quando apontamos que o inverso também ocorre, ou seja, - que milhares de católicos se tornam protestantes todos os anos - daí,  eles respondem com a famosa frase de efeito: "Católico mal informado se torna protestante, protestantes bem informados se tornam católicos".


Acredite, ontem mesmo, um católico comentou isso sobre a conversão do Kauê Varela do protestantismo ao catolicismo:




Com essa frase falaciosa de puro efeito anedótico, eles alegam que as conversões de católicos ao protestantismo são irrelevantes pois, eram apenas "maus católicos" que abandonaram a "barca de Pedro", enquanto os "bons" protestantes, sempre se tornam católicos. Para além de usarem uma falácia anedótica como ferramenta, quando lhes mostramos evidências do inverso, ainda querem aplicar um ad hominem desdenhoso baseado em puro favoritismo contra as conversões de católicos ao protestantismo. Então, o apelo "apologético" que fazem em torno das conversões de protestantes ao catolicismo, é empurrado ainda mais como uma objeção, quando alegam que, são os "maus católicos" que se tornam protestantes. Bem, não é isso o que aponta um padre jesuíta ao analisar tais casos. Pelo contrário, segundo ele, a Igreja Romana está perdendo o melhor, não o pior, podem ver isso no link do artigo anterior que anexei acima.

Portanto, é de uma desonestidade imperiosamente hipócrita, o Kauê Varela ignorar isso e passar a dizer coisas non sense como: "(...) tenho sido xingado por mensagem por aqueles que se dizem cristãos protestantes bíblicos. E acolhido respeitosamente por aqueles que eu mesmo chamei de hereges, muitas vezes. Acho que irá entender o motivo de minha vergonha. Vá na página Resistencia Apologética e veja o que estão dizendo de mim. TODOS ali eram meus companheiros".

Sugiro ao Kauê que deixe de pedância ginasiana em busca de plateia. Nós do Resistência Apologética fizemos apenas uma crítica contra a abordagem que os católicos fizeram sobre a sua conversão. O risível é que, o mesmo critério de consideração não é demonstrado por estes "acolhedores respeitosos" que o Kauê abraça, quando um católico se torna protestante. Para além disto, o mesmo Kauê em resposta a nossa crítica, usou de artifícios falaciosos que o mesmo se julga capaz de listar em argumentos alheios. Deveria aplicar tal habilidade em sua própria abordagem, assim evitaria de postar asneiras anedóticas que só serviram para alimentar o ranço católico contra protestantes, e a nossa reação a eles.

É ainda pernicioso por parte destes desequilibrados facebookianos leitores do Kauê que nos respondem com uma farisaica acusação de ódio ou ressentimento. Informo que nossas objeções a este respeito, não visam invalidar a genuinidade das conversões de protestantes ao catolicismo, nem julgar o caráter moral e intelectual destes, mas apenas expor observações que demonstram que tais casos de conversão, nunca devem ser usados para, em hipótese alguma, passar a atacar o protestantismo em favor do catolicismo. Se não entendem uma coisa simples como esta, já nos provam o quanto devemos agradecer por sermos protestantes e evidentemente lamentar quando alguém como o Kauê se enverada para o meio romanista.


  • O Caso Kauê Varela.



Um caso recente de conversão agora usado no meio católico, como mencionado acima, trata-se do Kauê Varela, que primeiro se tornou protestante, daí se projetou como apologista com foco em apologética clássica (aquela filosófica que lida com o ateísmo), depois abrangeu a apologética aplicada (com foco em apresentar valores e cosmovisão cristã). Com um tempo, formou-se em filosofia e se consagrou como um exímio apologeta e professor. Mas, agora que anuncia sua ida para o catolicismo, passou a chover declarações pra todo lado de que “ateísmo seria de origem protestante”, “protestantes são burros, os inteligentes se tornam católicos”, “protestantismo é um lixo” e coisas do tipo. Claro, vejamos quem é agora a nova turma companheira do Kauê, dentre os quais, o que mais se destaca por sua estupidez (na temática protestantismo x catolicismo), é o Leonardo Olivaria. Este sujeito, foi muito bem refutado em algumas de suas objeções contra nós protestantes, por exemplo (aqui). E farei ainda novos artigos em resposta a diversas de suas declarações imbecis e recheadas por uma ignorância seletiva de dar nojo.

Por ironia quanto a sua conversão ao catolicismo, o interessante é que o Kauê não responde publicamente o que o levou, ele apenas repete o discurso que os católicos amam ouvir: " Eu criticava os católicos como se eles fossem hereges e os hereges eram na verdade os protestantes". Por favor, vá você mesmo no perfil oficial do citado, e veja lá o nível de argumentação que ele oferece contra as nossas críticas ou em defesa a sua nova posição. Definitivamente nem parece que o sujeito é um apologista clássico teísta.

Curiosamente o fato é que o professor de filosofia Kauê Varela, não saiu das fileiras de uma igreja confessional de base protestante como uma igreja Presbiteriana, Batista ou uma clássica pentecostal como a Assembléia que desde cedo, no minimo com 11 anos, uma pessoa já começa a receber uma boa erudição teológica e secular com base nos valores cristãos protestantes. O Kauê apesar da boa retórica, não foi envolvido com uma teologia sistemática, mas se desenvolveu em filosofia, e nisso, teria de fato que apelar para a "tradição" a fim de ter segurança e assim, escolheu a tradição católica romana a que chama falaciosa e anacronicamente como a genuína e exclusiva representante do cristianismo primitivo.

Outra observação é que ele também não tem  ANOS DE FORMAÇÃO ACADÊMICA com um conhecimento profundo de tradições filosóficas, mas se formou recentemente em licenciatura para filosofia, assim que teve uma queda por uma abordagem filosófica em alta no catolicismo recente, a saber, A OLAVIANA que se julga o baluarte do conservadorismo.

O Kauê que agora se diz converso ao catolicismo sequer recebeu ou tem qualquer erudição histórica para ponderar sua nova atuação, que afirmo sem erro que não passa de uma conversão social. Duvido muito que o mesmo passe a abraçar o catolicismo romano com todo o seu aporte doutrinário exclusivo e tardiamente alheio a fé cristã primitiva. O engraçado é ver os católicos comemorando como se o Kauê fosse de fato ir ascender vela pra defunto, rezar pra morto, prestar culto a imagens, se confessar ao padre, confessar a mariologia romana e abraçar o papado. Não notaram que sua conversão foi mais social-politica devido suas posições conservadoras, do que teológica-eclesiástica. Aliás, até mesmo os mais citados conversos ao catolicismo, mantiveram diversas de suas convicções e posicionamentos teológicos que adquiriram no protestantismo. Portanto, não vejo como podem fazer tanto alvoroço.

No mais, nos parece que no catolicismo romano há uma carência por pessoas cultas e no meio protestante ta sobrando! Talvez por isso, o professor Kauê Varela decidiu ir fazer caridade intelectual para os romanistas de facebook! Aliás, o próprio Kauê afirma ter estado por 15 anos no protestantismo, todavia sem especificar qual o seu vínculo confessional, sendo que no mínimo parte destes 15 anos, ou passou na Igreja Universal, ou em igreja alguma, portanto, sequer poderia ser considerado um protestante a altura do que se julga para sair por aí apontando que " protestantismo não o representa mais", claro, NEO-PENTECOSTALISMO não é protestantismo. Desigrejado independente com crise denominacional também não!

Então, que não entendam isto como uma crítica ao Kauê, e sim aos alienados católicos que usam sua conversão como ferramenta apologética para tentar desmerecer o protestantismo. Não estou diminuindo a contribuição intelectual do Kauê ou de outros conversos, apenas estou contrapondo considerações e objeções realizadas a partir de suas conversões e que são usadas para atacar o protestantismo ou querer validar o catolicismo.

  • Sobre a conversão de protestantes ao catolicismo.


  • I - Falam de homens e suas vidas, e não de CRISTO.

Milhares de pessoas se convertem ou desconvertem de uma religião ou ideologia a outra todos os anos, de modo que, uma conversão é a ultima coisa que se deve levar em conta na validade de algo onde se espera uma analise de premissas, argumentos, fatos teológicos e históricos e não apelos pessoais baseados em testemunhos anedóticos.

A experiência de outra pessoa não é o Evangelho. Deus não precisa da ajuda de sua "história" para evangelizar. "História de conversão" é simplesmente um meio para uma pessoa trazer atenção para si mesma ou a sua "placa de igreja"...(vide o caso do Paulo Leitão ou o Daniel Silveira). E é nisso que erram os "causos" de conversão usados no catolicismo.... falam de homens e suas vidas, e não de CRISTO.

Se alguma vez houve um grupo de pessoas que gostam de falar sobre si mesmos, esses são os conversos católicos romanos. Suas histórias de conversão são tipicamente exemplos de realização pessoal e conquistas muitas vezes por ironia, adquiridas no protestantismo, mas, depois que atravessam o "Tibre" quando chegam a Roma, daí.. "protestantismo é coisa do cão". Por exemplo: 

  • a) O Leitão, era ateu, usuário de entorpecentes... se converteu no protestantismo, largou o ateísmo e as drogas, mas, depois que virou católico.. "protestantismo é um lixo".

Paulo Leitão e Daniel Silveira
  • b) Daniel Silveira... era ladrão, um desviado moral, se converteu ao protestantismo, deixou de ser o imoral e bandido que era, e depois que entrou no catolicismo... "protestantismo agora é um lixo".






Agora vejam que interessante, no caso do Daniel Silveira vejam a propaganda que ele faz acima hoje em dia. Algo está mal contado pois, vejam quem era o Silveira:



Estes dois acima como muitos outros tantos eram os piores tipos de pessoas que podemos encontrar, por aí. Mas pela graça divina, se convertem primeiro em igrejas evangélicas e lá recebem apoio moral, largam suas mazelas e péssimas ações, mas, como não passam a ter o ego massageado e nenhum holofote recebem, então... TORNAM-SE CATÓLICOS, passam a atacar o protestantismo, e daí... já conhecemos o resto da história! 

No caso do Kauê, a propaganda que fazem em sua conversão, é de uma anedótica que por si só já deveria ter sido barrada por ele mesmo. caso se incomodasse com as críticas que recebeu. Todavia ele prefere se fazer de vitima ao dizer isso:





E assim são centenas de casos de conversão ao catolicismo. Eles não apontam para Cristo - eles apontam para uma entrada triunfal em uma instituição humana supostamente magnífica: a Igreja Católica Romana. Suas histórias de conversão são sobre o que eles fizeram, o que eles eram, o que Roma é, não sobre o que Cristo fez. Afinal, para os católicos de facebook, não interessa o que Cristo fez na vida do Kauê, do Paulo Leitão ou do Daniel quando estes eram protestantes e largaram suas mazelas, interessa é que agora eles são católicos e passam a projetar a Igreja Romana como aquilo que eles idealizam em suas fábulas. 

Curiosamente e interessante, quando o Kauê Varela era um protestante como se dizia ser, seu testemunho sobre ser um depressivo, ex-drogado e coisas do tipo, já seria o suficiente para que meio mundo de católicos o achincalhassem como um sem moral para querer falar da "Santa Igreja". Mas, como ele já se libertou graças a sua conversão primeiro no protestantismo, então, agora pode ser aceito no catolicismo como aliado contra o "protestantismo diabólico cheio de drogados e depressivos". Que coisa não?!


  • II - São inteiramente casos individualistas e subjetivos.
De muitos casos que analisei de "protestantes se convertendo ao catolicismo", notei que sempre são inteiramente casos individualistas e subjetivos, ao mesmo tempo em que criticam suas ex-igrejas protestantes por serem individualistas e subjetivas. Se não bastasse, em muitos casos o sujeito sequer era de fato um protestantes de base, raiz e solidez confessional. No caso do Daniel Silveira, ele foi desmascarado aqui (neste artigo). Já o Paulo Leitão, que o diga as páginas católicas que o denunciam como um farsante antissemita, comunista e que ataca outros apologistas católicos por pura birra. 


  • III- São testemunhos de conversão baseados em opiniões individuais e subjetivas de fontes falíveis que escolhem por favoritismo.
Eles muitas vezes criticam os protestantes por ter interpretações subjetivas da Bíblia, ao mesmo tempo em que têm uma interpretação subjetiva do catolicismo romano. De fato, os próprios meios pelos quais afirmam ter chegado a Roma, são as opiniões individuais e subjetivas de fontes falíveis que escolhem por favoritismo. 

  • IV- A maioria são resultado de uma fachada epistemológica.

As histórias de conversão à Igreja Católica Romana são muitas vezes apoiadas com uma fachada de certeza epistemológica, ao contrário do suposto modelo para o "protestantismo anarquista" de onde apontam que vieram. Sempre recorrem a perguntas contra nós do tipo, "Como você sabe qual é a verdadeira igreja? "Como você sabe quais livros devem estar na Bíblia?" "Como você sabe qual é a interpretação correta da Bíblia?". 

Só que para tais objeções, os deixamos em saia justa, pois não só as contraditamos respondendo devidamente como também lhes contornamos com perguntas do tipo que eu gostaria honestamente de saber qual a resposta do Kauê:
 
a) "Como você católico sabe que a sua interpretação particular de documentos romanos está correta, defronte a interpretação privada de outros católicos romanos?" 

b) " Como você pode ter certeza de que você está certo, já que tudo o que tem é o seu próprio julgamento privado falível que Roma está certa? " 

c) "Como você sabe que escolheu o intérprete infalível certo? " 

d) "Como mesmo vocês tendo um interprete infalível, uma igreja infalível e um magistério infalível ainda assim são capazes de se atacarem em inúmeros grupos sobre o que realmente dizem estes tais infalíveis?" 

Será que o recém católico Kauê Varela poderia nos expor respostas sobre isso?


  • Concluindo...

Não é que eu não acredite em histórias de conversão, ou testemunhos de conversão... A questão é que usar tais "testemunhos" como ferramenta apologética, não leva a nada realmente relevante que acrescente "sustento" para um posicionamento ou cosmovisão no sentido de comprovar sua veracidade. Pois, conversões de uma religião a outra e de uma ideologia a outra ocorrem aos milhares. Dizer que um protestante se tornar católico valida o catolicismo, daria no mesmo que querer validar o budismo ou islamismo por também no caso, muitos católicos se tornarem budistas e muçulmanos! 

Responder que apenas maus católicos se tornam protestantes é algo também que não corresponde a realidade, e na verdade, o inverso de fato é que vem ocorrendo, péssimos protestantes, na verdade o lixo gospel é que tem não só namorado o catolicismo como também abraçado ele, expelindo suas crias nas fileiras de Roma.

Por isso, eu prefiro ficar com uma história de conversão que tem um pedigree divino, e foi inspiradamente escrita pelo Espírito Santo e ela aponta para Cristo e não para uma instituição. Se a sua não for como essa, a do Apóstolo Paulo, então por favor.. me poupe de encenação, seja você um ex-católico ou um ex-protestante.

Nós protestantes não fazemos questão de proselitar acerca de católicos se convertendo ao protestantismo. Claro, nós falamos sobre isso às vezes. Mas não é um instrumento primário de evangelismo, nem nossos testemunhos são um método-chave para direcionar as pessoas para a "plenitude da verdade". Pois o que eramos não importa, pois todos não passávamos de cadáveres condenados e damos graças a Deus por sermos alcançados por Cristo, e para Cristo.


E quanto ao Kauê Varela com seu vitimismo incomodado com nossa crítica. Sugiro que entenda que a nossa crítica, não é a ele por sinal, e sim aos seus leitores católicos com essa atuação falaciosa. Como professor de filosofia e experiente expositor de uma apologética como tal, deveria alertar sobre a anedótica que fazem para tumultuar em ad hominem, o protestantismo de onde ele veio. Não combina para um professor, ter uma plateia burra e falaciosa como a que o Kauê passa a assumir no catolicismo de facebook. No mais, peço que se recolha a sua insignificância teológica e histórica onde sempre teve pouca expressividade e foque mais em sua apologética clássica e aplicada em questões de filosofia política. Este é o mesmo conselho que sugeri que o Olavo de Carvalho adotasse. 

Aviso de antemão, que o Resistência Apologética lida com estas questões levantadas pelos católicos contra protestantes, então, não temos culpa se o Kauê se colocou na linha de fogo e na mira de nossa abordagem apologética ao figurar nas falácias católicas como o mais novo converso a fim de provar que o protestantismo é um lixo.

Caso não entenda, peço então que deixe de frescura, detesto sujeitos que se acham o supra sumo em alguma coisa e não se dão de forma equilibrada com uma simples crítica. E cá entre nós, basear as causas de sua conversão do protestantismo para o catolicismo, num resumo subjetivo onde se reduz o cristianismo a uma cosmovisão política-filosófica para então proselitar em cima de uma conversão, é de fato uma pobreza de horizontes quase inominável. 

E pra terminar, depois que li o artigo do padre jesuíta sobre os bons católicos estarem se tornando protestantes - o que contraria a falácia de apelo romanista - ouso dizer sobre protestantes se tornando católicos, que:

Um protestante mau informado sim, esse vai se tornar católico, escrever livros sobre si mesmo e como Roma é magnifica, mas o inverso sempre ocorrerá onde mais e mais católicos se tornarão protestantes que terão uma experiência com Cristo e passarão a ter uma vida cristã magnifica!


Paz em Cristo! Att: Elisson Freire 

7 comentários:

  1. "E assim são centenas de casos de conversão ao catolicismo. Eles não apontam para Cristo - eles apontam para uma entrada triunfal em uma instituição humana supostamente magnífica: a Igreja Católica Romana. Suas histórias de conversão são sobre o que eles fizeram, o que eles eram, o que Roma é, não sobre o que Cristo fez. Afinal, para os católicos de facebook, não interessa o que Cristo fez na vida do Kauê, do Paulo Leitão ou do Daniel quando estes eram protestantes e largaram suas mazelas, interessa é que agora eles são católicos e passam a projetar a Igreja Romana como aquilo que eles idealizam em suas fábulas."

    Triste, é de dar pena. Fico imaginando os cem mil cristãos que morrem anualmente por não negarem à Cristo no Oriente Médio, sendo considerados "hereges" pelos romanistas que não negam à Roma.

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    1. É realmente triste os milhares de Cristãos que morrem anualmente por não negarem à Cristo no Oriente Médio e mundo afora, sendo considerados "hereges" pelos romanistas, apenas por não terem a Igreja Romana como sua exclusiva escudeira e baluarte da cristandade!

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  2. Acompanho o Kauê a anos e confesso que esta dita "conversão" é das mais ridículas que conheço tanto indo, quanto voltando.
    Fato este que o coloca na listas dos que só faz um movimento se este movimento lhe der os louros que seu ego quer.
    Ainda ontem o vir curtindo um post onde um cidadão diz ver a "virgem" numa nuvem.
    Quanto mais eu vejo um ser ter um relacionamento com Cristo, mais eu duvido de ele ser capaz de lançar esperanças, confianças a uma outra criatura, sendo assim o dito se mostra como alguem que só estava, mas não era um cristão de fato...

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  3. A forma como descrevem a conversão também é engraçada. Quando alguém diz que se converteu ao protestantismo, normalmente é até criticado pelos próprios protestantes, que o incentivam a dizer que se converteram a Cristo, ao cristianismo puro. Teologicamente falando não há conversão ao protestantismo, e sim a Cristo. Quando ocorre algo como o citado, dizem que se converteu ao catolicismo, e é isso mesmo, pois a instituição é, para os católicos, mais importante que a verdade, até que o próprio Cristo. Existem isso em algumas igrejas protestantes também, que são mais sectaristas. Mas o termo correto é se converter ao cristianismo, a Cristo. Diferentemente do que dizem os católicos, que estão preocupados com a sua igreja. Esses dias vi até aquele Francisco Razzo, tido por alguns como o supra sumo da inteligência, dizendo que entre a verdade e a Igreja, ele fica com a Igreja. Bom, se isso não é idolatria, eu não sei o que podemos chamar assim.

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  4. Tem um post que ele diz que se converteu ao catolicismo porque leu a Patrística.

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    1. Provavelmente ele leu retalhos dela, e o leu, sequer entendeu. Nenhum genuíno protestante abraça o catolicismo romano quando se move ao exame honesto e crítico de tais obras e tem amplo conhecimento da história da igreja.

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  5. Ele não virou católico. Ele virou olavette, o que é ligeiramente diferente.

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